Estive fora estes dias porque tava me organizando para me matricular na UniBrasil. Vou para a faculdade \õ/ \õ/ \õ/
Mostrando postagens com marcador Escolar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escolar. Mostrar todas as postagens
sábado, 3 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Vestibular UFPR
Fiquei fora durante esses dias porque estive participando do centésimo vestibular da Universidade Federal do Paraná! Não fui muito bem, mas marquei 38 pontos. Acho que dá pra passar, já que a nota de corte do meu curso gira em torno de 25 a 30, mas a segunda fase vai ser difícil. Vou ter que praticar muita redação rsrsrs
O bom da educação física é que não teve muitos nerds fazendo a prova. Isso dá muitas esperanças rsrsrs Enfim, vou tentar ficar postando enquanto estudo. Ainda tenho que entrar lá!
O bom da educação física é que não teve muitos nerds fazendo a prova. Isso dá muitas esperanças rsrsrs Enfim, vou tentar ficar postando enquanto estudo. Ainda tenho que entrar lá!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Avaliação do Enem 2011 - Segundo dia
O segundo dia do Enem foi mais desgastante, porque o tempo de duração foi maior, e as provas (Português, Inglês e Matemática), exigiam mais atenção do que no dia anterior. A prova de Redação também foi aplicada nesse dia, e apesar do tema fácil (Viver em rede no século XXI), foi muito abrangente, e pedia uma argumentação que fugisse do senso comum. Por causa das longas provas, até os melhores alunos erraram questões consideradas fáceis, já que ao final estavam minados pelo cansaço e pelo estresse.
A prova de português continua seguindo a mesma tendência, pedindo interpretação de textos e imagens. As provas de inglês e espanhol também seguiram a mesma linha. Algumas tirinhas estiveram presentes, mas a personagem mais conhecida, "Mafalda", não apareceu na edição deste ano. A prova de matemática exigiu mais raciocínio lógico e atenção, portanto algumas questões estavam difíceis de resolver e custavam muito tempo aos candidatos, o que podia aumentar o nervosismo para a Redação, no caso daqueles que deixaram esta prova por último.
O gabarito foi divulgado nesta terça, dia 25. As notas dos alunos vão ser divulgados apenas no ano que vem, no dia 4 de janeiro, na mesma época que abrem as inscrições para o Sistema de Seleção Unificado (SISU).
sábado, 22 de outubro de 2011
Avaliação do Enem 2011 - Primeiro dia
O primeiro dia das provas do Enem 2011 aconteceram com muita tranquilidade e organização, principalmente em relação aos anos anteriores. A começar pelos cartões de confirmação, que foram enviados normalmente e chegaram à maioria dos inscritos mesmo com a greve dos correios. Até o momento, não foram relatados problemas com impressões com nenhuma das quatro cores de provas. Uma pequena porcentagem dos alunos se atrasou e não pode fazer a prova, mas isso se deve à falta de planejamento e/ou azar.
O nível da prova é o mesmo dos anos anteriores, e continua privilegiando o poder do raciocínio dos alunos em detrimento das "decorebas". A prova de Ciências Humanas ainda prioriza a história e geografia nacionais, e as questões de filosofia exigem um raciocínio mais atencioso por parte do candidato. Curiosamente, caíram poucas questões sobre a Amazônia e o desmatamento, além de não cair nenhuma questão sobre as duas guerras mundiais. Esses assuntos costumam ocupar muito tempo dos estudos para o vestibular. A prova de Ciências da Natureza focou em algumas doenças com Gripe A e HPV, e suas questões exigiam mais tempo e raciocínio.
O exame continua neste domingo, às 13:00. Serão aplicadas as provas de linguagens e suas tecnologias; e matemática. Também será o dia da redação. O tema ainda é desconhecido, mas deve ser sobre os conflitos na região árabe, terrorismo ou aquecimento global, já que são assuntos bem atuais mas que tiveram pouca participação na prova.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Coragem para ler algo com conteúdo?
As armas e os barões assinalados,Que da ocidental praia Lusitana,Por mares nunca de antes navegados,Passaram ainda além da Taprobana,Em perigos e guerras esforçados,Mais do que prometia a força humana,E entre gente remota edificaramNovo Reino, que tanto sublimaram;
Essa é a primeira parte de "Os Lusíadas", de Luís de Camões. Nem eu tenho coragem pra lei isso rsrs
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Pré-Modernismo no Brasil
O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo.
O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde, para designar os "escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
Cronologia
1896 - Ocorre a Guerra de Canudos na Bahia
1897 - Termina a Guerra de Canudos
1902 - É publicado o livro "Os Sertões" de Euclides da Cunha, e "Canaã" de Graça Aranha
1904 - Ocorre a Revolta da Vacina no Rio de Janeiro
1909 - Lima Barreto estreia na literatura com "Recordações do Escrivão Isaías Caminha"
1910 - A Revolta da Chibata acontece no Rio de Janeiro
1911 - É publicado "Triste Fim de Policarpo Quaresma" e "O Homem Que Sabia Javanês", de Lima Barreto
1912 - Começa a Guerra do Contestado. João Simões Lopes Neto publica "Contos Gauchescos"
1913 - "Lendas do Sul" é publicado por João Simões Lopes Neto
1914 - Tem início a Primeira Guerra Mundial
1916 - Termina a Guerra do Contestado
1918 - Termina a Primeira Guerra Mundial. Neste ano, Monteiro Lobato publica "Urupês"
1919 - "Cidades Mortas" é escrito por Monteiro Lobato
1922 - A Semana da Arte Moderna ocorre em São Paulo
Origens
As duas primeiras décadas do século XX não registram, no Brasil, convulsões semelhantes às ocorridas na Europa. A abolição da escravatura e o golpe republicano pouco haviam alterado as estruturas básicas do país. A economia - ainda voltada para as necessidades dos países europeus - assentava-se na dependência externa e no domínio interno dos cafeicultores.
Porém, algumas mudanças iam se desenhando. A urbanização, o crescimento industrial e a imigração modificam a fisionomia da sociedade brasileira. Nas cidades, começa a se formar uma classe média reformista. Simultaneamente, emerge uma massa popular insatisfeita e propensa a revoltas irracionais como, por exemplo, a rebelião contra a vacina obrigatória.
Na zona rural, produzem-se confrontos de maior ou menor intensidade dentro das classes dominantes, das violentas mas restritas lutas entre coronéis em determinadas regiões até a verdadeira guerra civil - que se trava no Rio Grande do Sul - entre republicanos e maragatos. Não esqueçamos também que, nesse período, irrompem as revoluções camponesas de Canudos (1896-1897) e do Contestado (1912).
Características
Embora vários autores sejam classificados como pré-modernistas, este não se constituiu num estilo ou escola literária, dado a forte individualidade de suas obras, mas essencialmente eram marcados por duas características comuns:
a) Conservadora – Percebida na produção poética de Olavo Bilac (e de todos os outros parnasianos) e de Cruz e Sousa, representante da estética simbolista. A poesia é elaborada dentro dos moldes de perfeição, obediente a normas e presa a temas alheios à realidade brasileira.
b) Inovadora – Presente nas obras de Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato, Afonso Arinos. As várias realidades do Brasil são expostas, e o leitor começa a perceber que vive em um país de contrastes. A linguagem pomposa e artificial começa a perder terreno para uma expressão mais simples, fiel à fala cotidiana. Nesse aspecto, Lima Barreto é o legítimo representante das classes iletradas.
Embora tenham rompido com a temática dos períodos anteriores, esses autores não avançaram o bastante para ser considerados modernos - notando-se, até, alguns casos, resistência às novas estéticas.
Excerto
Num artigo publicado em 1917, Monteiro Lobato reagiu assim à exposição de Anita Malfatti, no jornal O Estado de São Paulo:
"Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em consequência fazem arte pura. (...) A outra espécie é formada dos que vêem anormalmente a natureza e a interpretam à luz das teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos do cansaço e do sadismo de todos os períodos da decadência(...)"
Pré-Modernismo nas artes
A música assistiu, desde o lançamento da primeira gravação feita no país por Xisto Bahia, a uma penetração nas camadas mais elevadas de manifestações até então restritos às camadas mais populares – ritmos tais como o maxixe, toada, modinha e serenata. É o tempo em que a capital do país, então o Rio de Janeiro, assiste ao crescimento do carnaval, ao sucesso de compositores como Chiquinha Gonzaga e o nascimento do samba em sua versão recente.
Na música erudita, o nome representativo foi o de Alberto Nepomuceno, de composições de “intenção nacionalista”.
Na pintura, tendo como principal foco a Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro, vigorava o academicismo, passando despercebida a exposição feita em 1913 pelo lituano Lasar Segall. Apenas em 1917 uma forte reação à exposição de Anita Malfatti expõe o confronto que redundaria na Semana de Arte Moderna de 1922.
Principais autores e obras
Os principais pré-modernistas foram:
* Euclides da Cunha, com Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a obra, dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos maiores conflitos do Brasil. O sertão baiano e pernambucano onde se deram as lutas, era um ambiente praticamente desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo favela, que tornou-se comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um morro em Canudos.
* Graça Aranha, com Canaã, retrata a imigração alemã para o Brasil.Nesse livro tinha o constante conflito entre dois imigrantes Milkau e Lentz que discutiam se o dinheiro era mais importante do que o amor.
* Lima Barreto, que faz uma crítica da sociedade urbana da época, com Triste Fim de Policarpo Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha; e O Homem Que Sabia Javanês
* Monteiro Lobato, com Urupês e Cidades Mortas, retrata o homem simples do campo numa região de decadência econômica; Ele também foi um dos primeiros autores de literatura infantil, desse modo, transmitindo ao público infantil valores morais, conhecimentos do Brasil, tradições, nossa língua. Destaca-se no gênero conto. E foi, também, um dos escritores brasileiros de maiores prestígios.
* Valdomiro Silveira, com Os Caboclos, e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos Gauchescos, precursores do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro.
* Augusto dos Anjos que, segundo alguns autores, trazia elementos pré-modernos, embora no aspecto linguístico tenda para o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias
* Outros autores:
*Figuram como escritores desse período, embora guardem no estilo mais elementos das escolas precedentes, autores como Afonso Arinos, Alcides Maya e Coelho Neto. Este último, ao lado de Afrânio Peixoto, tendia a uma visão da literatura como simples ornato social e cultural. Raul de Leoni pode ser, também, tido como pré-modernista, mas o seu Luz Mediterrânea tende ao Simbolismo.
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pré-Modernismo
http://www.brasilescola.com/literatura/pre-modernismo.htm
http://www.colegioweb.com.br/literatura/aspectos-gerais.html
http://educaterra.terra.com.br/literatura/premodernismo/premodernismo_1.htm
http://www.not1.com.br/pre-modernismo-brasileiro-escritores-obras-caracteristicas-literarias/
O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde, para designar os "escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
Cronologia
1896 - Ocorre a Guerra de Canudos na Bahia
1897 - Termina a Guerra de Canudos
1902 - É publicado o livro "Os Sertões" de Euclides da Cunha, e "Canaã" de Graça Aranha
1904 - Ocorre a Revolta da Vacina no Rio de Janeiro
1909 - Lima Barreto estreia na literatura com "Recordações do Escrivão Isaías Caminha"
1910 - A Revolta da Chibata acontece no Rio de Janeiro
1911 - É publicado "Triste Fim de Policarpo Quaresma" e "O Homem Que Sabia Javanês", de Lima Barreto
1912 - Começa a Guerra do Contestado. João Simões Lopes Neto publica "Contos Gauchescos"
1913 - "Lendas do Sul" é publicado por João Simões Lopes Neto
1914 - Tem início a Primeira Guerra Mundial
1916 - Termina a Guerra do Contestado
1918 - Termina a Primeira Guerra Mundial. Neste ano, Monteiro Lobato publica "Urupês"
1919 - "Cidades Mortas" é escrito por Monteiro Lobato
1922 - A Semana da Arte Moderna ocorre em São Paulo
Origens
As duas primeiras décadas do século XX não registram, no Brasil, convulsões semelhantes às ocorridas na Europa. A abolição da escravatura e o golpe republicano pouco haviam alterado as estruturas básicas do país. A economia - ainda voltada para as necessidades dos países europeus - assentava-se na dependência externa e no domínio interno dos cafeicultores.
Porém, algumas mudanças iam se desenhando. A urbanização, o crescimento industrial e a imigração modificam a fisionomia da sociedade brasileira. Nas cidades, começa a se formar uma classe média reformista. Simultaneamente, emerge uma massa popular insatisfeita e propensa a revoltas irracionais como, por exemplo, a rebelião contra a vacina obrigatória.
Na zona rural, produzem-se confrontos de maior ou menor intensidade dentro das classes dominantes, das violentas mas restritas lutas entre coronéis em determinadas regiões até a verdadeira guerra civil - que se trava no Rio Grande do Sul - entre republicanos e maragatos. Não esqueçamos também que, nesse período, irrompem as revoluções camponesas de Canudos (1896-1897) e do Contestado (1912).
Características
Embora vários autores sejam classificados como pré-modernistas, este não se constituiu num estilo ou escola literária, dado a forte individualidade de suas obras, mas essencialmente eram marcados por duas características comuns:
a) Conservadora – Percebida na produção poética de Olavo Bilac (e de todos os outros parnasianos) e de Cruz e Sousa, representante da estética simbolista. A poesia é elaborada dentro dos moldes de perfeição, obediente a normas e presa a temas alheios à realidade brasileira.
Embora tenham rompido com a temática dos períodos anteriores, esses autores não avançaram o bastante para ser considerados modernos - notando-se, até, alguns casos, resistência às novas estéticas.
Excerto
Num artigo publicado em 1917, Monteiro Lobato reagiu assim à exposição de Anita Malfatti, no jornal O Estado de São Paulo:
"Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em consequência fazem arte pura. (...) A outra espécie é formada dos que vêem anormalmente a natureza e a interpretam à luz das teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos do cansaço e do sadismo de todos os períodos da decadência(...)"
Pré-Modernismo nas artes
A música assistiu, desde o lançamento da primeira gravação feita no país por Xisto Bahia, a uma penetração nas camadas mais elevadas de manifestações até então restritos às camadas mais populares – ritmos tais como o maxixe, toada, modinha e serenata. É o tempo em que a capital do país, então o Rio de Janeiro, assiste ao crescimento do carnaval, ao sucesso de compositores como Chiquinha Gonzaga e o nascimento do samba em sua versão recente.
Na música erudita, o nome representativo foi o de Alberto Nepomuceno, de composições de “intenção nacionalista”.
Na pintura, tendo como principal foco a Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro, vigorava o academicismo, passando despercebida a exposição feita em 1913 pelo lituano Lasar Segall. Apenas em 1917 uma forte reação à exposição de Anita Malfatti expõe o confronto que redundaria na Semana de Arte Moderna de 1922.
Principais autores e obras
Os principais pré-modernistas foram:
* Euclides da Cunha, com Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a obra, dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos maiores conflitos do Brasil. O sertão baiano e pernambucano onde se deram as lutas, era um ambiente praticamente desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo favela, que tornou-se comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um morro em Canudos.
* Graça Aranha, com Canaã, retrata a imigração alemã para o Brasil.Nesse livro tinha o constante conflito entre dois imigrantes Milkau e Lentz que discutiam se o dinheiro era mais importante do que o amor.
* Lima Barreto, que faz uma crítica da sociedade urbana da época, com Triste Fim de Policarpo Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha; e O Homem Que Sabia Javanês
* Monteiro Lobato, com Urupês e Cidades Mortas, retrata o homem simples do campo numa região de decadência econômica; Ele também foi um dos primeiros autores de literatura infantil, desse modo, transmitindo ao público infantil valores morais, conhecimentos do Brasil, tradições, nossa língua. Destaca-se no gênero conto. E foi, também, um dos escritores brasileiros de maiores prestígios.
* Valdomiro Silveira, com Os Caboclos, e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos Gauchescos, precursores do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro.
* Augusto dos Anjos que, segundo alguns autores, trazia elementos pré-modernos, embora no aspecto linguístico tenda para o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias
* Outros autores:
*Figuram como escritores desse período, embora guardem no estilo mais elementos das escolas precedentes, autores como Afonso Arinos, Alcides Maya e Coelho Neto. Este último, ao lado de Afrânio Peixoto, tendia a uma visão da literatura como simples ornato social e cultural. Raul de Leoni pode ser, também, tido como pré-modernista, mas o seu Luz Mediterrânea tende ao Simbolismo.
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pré-Modernismo
http://www.brasilescola.com/literatura/pre-modernismo.htm
http://www.colegioweb.com.br/literatura/aspectos-gerais.html
http://educaterra.terra.com.br/literatura/premodernismo/premodernismo_1.htm
http://www.not1.com.br/pre-modernismo-brasileiro-escritores-obras-caracteristicas-literarias/
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Genética
Gene, ambiente e características humanas
Umas das formas de estudar a influência relativa dos genes e do ambiente sobre as características humanas é comparar pares de gêmeos verdadeiros e de gêmeos falsos. Como os primeiros são geneticamente idênticos, qualquer diferença entre eles deverá ser resultado da influência do ambiente. Como gêmeos falsos não são geneticamente iguais, a diferença poderá ser genética ou ambiental.
Em relação aos grupos sangüíneos, por exemplo, os gêmeos verdadeiros são sempre do mesmo grupo sangüíneo. Uma concordância menor que 100% indica que fatores não genéticos podem estar influenciando a característica. Mas, se mesmo assim a concordância for maior entre os gêmeos verdadeiros que entre os falsos, os fatores genéticos também estão presentes. No caso da diabetes melito, a concordância entre os gêmeos verdadeiros é de 65%; nos gêmeos falsos é de 18%. A diferença entre esses valores indica que há fatores genéticos que predispõem à diabetes, mas, como a concordância entre os gêmeos verdadeiros é menor que 100%, os fatores ambientais também exercem alguma influência sobre este problema.
Enquanto em características físicas (como altura) o grau de influência dos genes pode chegar a 90%, em relação a personalidade a interferência genética é bem mais fraca. Alguns estudos com gêmeos dão um peso de cerca de 40% para a influência genética na memória e cerca de 55% em relação a algumas formas de inteligência. Nesse caso, o ambiente, sob a forma de estímulos externos, ou o próprio esforço da pessoa pode mudar o resultado final.
Norma de Reação
É a capacidade de um genótipo de produzir diferentes fenótipos em resposta ao ambiente. O conjunto de expressões fenotópicas de um genótipo sob diferentes condições ambientais. Um organismo pode possuir todo o complemento gênico necessário para desenvolver-se plenamente. Contudo, se paralelamente não houver uma nutrição adequada, o desenvolvimento não ocorre. O ambiente só modifica características fenotípicas dentro de certos limites predominantes pelo genótipo (norma de reação do genótipo). O genótipo, na verdade, não determina um fenótipo, mas sim uma gama de fenótipos possíveis, uma norma de reação. Ou seja, uma repertório de vias alternativas de desenvolvimento e de metabolismo de um dado genótipo em vários ambientes possíveis, favoráveis e desfavoráveis, a naturais e artificiais. Em resumo, nosso genoma não determina um fenótipo, mas estabelece uma gama de possibilidades. Um certo fenótipo se concretizará dependendo da interação de determinado genótipo com determinado ambiente.
Características adquiridas
É toda característica que o indivíduo desenvolve após o nascimento, como um defeito físico por acidente, AIDS, paralisia infantil
Características congênitas
São características que o indivíduo adquire ainda no ventre materno. Entre os exemplos, estão doenças adquiridas antes do nascimento ou mesmo posterior a tal, no primeiro mês de vida, seja qual for a sua causa. Dentre essas doenças, aquelas caracterizadas por deformações estruturais são denominadas usualmente por anomalias ou malformações congênitas.
Malformação congênita é uma condição presente ao nascimento onde a hereditariedade não pode ser imediatamente excluída e não está necessariamente causando a anomalia que se apresenta. Pode ser definida portanto como qualquer defeito na constituição de algum órgão ou conjunto de órgãos que determine uma anomalia morfológica estrutural presente no nascimento por causa genética, ambiental ou mista.
Essa definição abrange todos os desvios em relação à forma, tamanho, posição, número e coloração de uma ou mais partes do corpo capazes de ser averiguadas macroscopicamente ao nascimento e/ou por ser discreta que não tenha sido verificada na ocasião em que a criança nasceu e só se manifeste clinicamente mais tarde.
Nesse sentido não se distingue de "erros inatos do metabolismo", "enfermidades genéticas" ou "doenças congênitas" no sentido amplo de desvios do estado de saúde devido total ou parcialmente à constituição genética do indivíduo, embora a condição de deficiência (handicap), mesmo associado às malformações graves (com perda de função da área afetada), não correspondem exatamente à noção de ausência de saúde.
Essas doenças, caso não sejam visíveis, podem ser descobertas através do "teste do pézinho", testes de screening (triagem) neonatal nos quais é recolhida uma gota de sangue do calcanhar do bebê (normalmente entre o quarto e o sétimo dia de vida). São exemplos de doenças congénitas os erros inatos do metabolismo tipo: fenilcetonúria, tirosinemia e homocistinúria.
Características hereditárias
São características transmitidas hereditariamente através dos genes contidos nos cromossomos das células sexuais, como cor de cabelos, cor dos olhos, estatura etc.
Mutações
Em Biologia, mutações são mudanças na sequência dos nucleotídeos do material genético de um organismo. Mutações podem ser causadas por erros de cópia do material durante a divisão celular, por exposição a radiação ultravioleta ou ionizante, mutagênicos químicos, ou vírus. A célula pode também causar mutações deliberadamente durante processos conhecidos como hipermutação. Em organismos multicelulares, as mutações podem ser divididas entre mutação de linhagem germinativa, que pode ser passada aos descendentes, e mutações somáticas, que não são transmitidas aos descendentes em animais. Em alguns casos, plantas podem transmitir mutações somáticas aos seus descendentes, de forma assexuada ou sexuada (em casos em que as gemas de flores se desenvolvam numa parte que sofreu mutação somática. Assim, essa classificação é pouco eficiente para plantas, se ajustando melhor a animais. Uma nova mutação que não foi herdada de nenhum dos pais é chamada de mutação de novo. A fonte da mutação não se relaciona com seus efeitos, apesar de seus efeitos estarem relacionados com quais células são afetadas pela mutação.
Mutações geram variações no conjunto de genes da população. Mutações desfavoráveis (ou deletérias) podem ter sua frequência reduzida na população por meio da seleção natural, enquanto mutações favoráveis (benéficas ou vantajosas) podem se acumular, resultando em mudanças evolutivas adaptativas. Por exemplo, uma borboleta pode produzir uma prole com novas mutações. A maioria dessas mutações não terá efeito. No entanto, uma delas pode mudar a cor dos descendentes desse indivíduo, tornando-os mais difíceis (ou fáceis) de serem vistos por predadores. Se essa mudança de cor for vantajosa, a chance dessa borboleta sobreviver e produzir sua própria prole será um pouco maior, e com o tempo o número de borboletas com essa mutação formará uma maior proporção da população.
Mutações neutras são definidas como mutações cujos efeitos não influenciam a aptidão dos indivíduos. Essas mutações podem se acumular ao longo do tempo devido à deriva genética. Acredita-se que a imensa maioria das mutações não tem efeito significativo na aptidão dos organismos. Essa teoria neutralista foi desenvolvida por Motoo Kimura em seu livro "The Neutral Theory of Molecular Evolution". Além disso, mecanismos de reparo de DNA são capazes de corrigir a maior parte das mudanças antes que elas se tornem mutações permanentes, e muitos organismos têm mecanismos para eliminar células somáticas que sofreram mutações.
As mutações são consideradas o mecanismo que permite a ação da seleção natural, já que insere a variação genética sobre a qual ela irá agir, fornecendo as novas características vantajosas que sobrevivem e se multiplicam nas gerações subsequentes ou as características deletérias que desaparecem em organismos mais fracos.
Mutações maléficas
Mudanças no DNA causadas por mutações podem causar erros na sequência das proteínas, criando proteínas partcalmente ou completamente não-funcionais. Para funcionar corretamente, cada célula depende de milhares de proteínas para funcionar nos sítios certos nas alturas certas. Quando uma mutação altera uma proteína que tem um papel importante no corpo, pode resultar numa doença. Uma enfermidade causada por mutações em um ou mais genes é chamado de doença genética. Contudo, apenas uma pequena percentagem de mutações causa doenças genéticas; a maioria não tem impacto na saúde. Por exemplo, algumas mutações alteram a sequência de bases de DNA de um gene mas não mudam a função da proteína produzida por esse gene. Estudos na mosca da fruta Drosophila melanogaster sugerem que se uma mutação muda de fato uma proteína, esta mudança será provavelmente maléfica, com 70 por cento destas mutações tendo efeitos negativos e sendo as restantes neutras ou fracamente benéficas.
Se uma mutação estiver presente numa célula germinal, pode dar origem a descendentes portadores dessa mutação em todas as suas células. Este é o caso de doenças hereditárias. Por outro lado, uma mutação pode ocorrer numa célula somática de um organismo. Algumas mutações podem estar presentes em todos os descendentes desta célula e certas mutações podem provocar que a célula se torne maligna, e consequentemente cause câncer.
Muitas vezes, mutações génicas que poderiam provocar uma doença genética são reparadas pelo sistema celular de reparação do DNA. Cada célula tem um certo número de vias bioquímicas através do qual enzimas reconhecem e reparam erros no DNA. Como o DNA pode ser danificado ou mutado de diversas maneiras, o processo de reparação do DNA é uma maneira importante do corpo se proteger de doenças.
Mutações benéficas
Uma muito pequena percentagem de todas as mutações tem na verdade um efeito positivo. Estas mutações levam a novas versões de proteínas que ajudam o organismo e futuras gerações a adaptar-se melhor a mudanças no seu ambiente. Por exemplo, uma deleção específica de 32 pares de base no CCR5 humano confere resistência ao HIV a homozigóticos e atrasa o despoletar do SIDA em heterozigóticos. A mutação CCR5 é mais comum em pessoas com ascendência europeia. Uma teoria para a etiologia da relativa alta frequência do CCR5-Δ32 na população europeia é que esta confere resistência à peste bubônica que flagelou a Europa em meados do Século XIV. Pessoas que tinham esta mutação foram capazes de sobreviver à infecção; por isso, a sua frequência na população aumentou. Isso pode também explicar porque esta mutação não se encontra na África, que não foi afetada pela peste bubônica. Uma teoria mais recente diz que a pressão seletiva na mutação CCR5-Δ32 foi causada pela varíola em vez da peste bubônica.
Outros genes influenciam o desenvolvimento do corpo. Por exemplo, alelos diferentes na via da miostatina influenciam a força de uma pessoa, uma vez que estes genes controlam o desenvolvimento muscular.
Referências:
LINHARES, Sérgio; GEWANDSZNADJER, Fernando. Biologia. Volume Único. Editora Ática, 2009.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário_Discussão:Crazymanevs
http://www.serdigital.com.br/gerenciador/ambienteseguro/clientes/andremaia/downloads/100.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doenças_congênitas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mutação
Umas das formas de estudar a influência relativa dos genes e do ambiente sobre as características humanas é comparar pares de gêmeos verdadeiros e de gêmeos falsos. Como os primeiros são geneticamente idênticos, qualquer diferença entre eles deverá ser resultado da influência do ambiente. Como gêmeos falsos não são geneticamente iguais, a diferença poderá ser genética ou ambiental.
Em relação aos grupos sangüíneos, por exemplo, os gêmeos verdadeiros são sempre do mesmo grupo sangüíneo. Uma concordância menor que 100% indica que fatores não genéticos podem estar influenciando a característica. Mas, se mesmo assim a concordância for maior entre os gêmeos verdadeiros que entre os falsos, os fatores genéticos também estão presentes. No caso da diabetes melito, a concordância entre os gêmeos verdadeiros é de 65%; nos gêmeos falsos é de 18%. A diferença entre esses valores indica que há fatores genéticos que predispõem à diabetes, mas, como a concordância entre os gêmeos verdadeiros é menor que 100%, os fatores ambientais também exercem alguma influência sobre este problema.
Enquanto em características físicas (como altura) o grau de influência dos genes pode chegar a 90%, em relação a personalidade a interferência genética é bem mais fraca. Alguns estudos com gêmeos dão um peso de cerca de 40% para a influência genética na memória e cerca de 55% em relação a algumas formas de inteligência. Nesse caso, o ambiente, sob a forma de estímulos externos, ou o próprio esforço da pessoa pode mudar o resultado final.
Norma de Reação
É a capacidade de um genótipo de produzir diferentes fenótipos em resposta ao ambiente. O conjunto de expressões fenotópicas de um genótipo sob diferentes condições ambientais. Um organismo pode possuir todo o complemento gênico necessário para desenvolver-se plenamente. Contudo, se paralelamente não houver uma nutrição adequada, o desenvolvimento não ocorre. O ambiente só modifica características fenotípicas dentro de certos limites predominantes pelo genótipo (norma de reação do genótipo). O genótipo, na verdade, não determina um fenótipo, mas sim uma gama de fenótipos possíveis, uma norma de reação. Ou seja, uma repertório de vias alternativas de desenvolvimento e de metabolismo de um dado genótipo em vários ambientes possíveis, favoráveis e desfavoráveis, a naturais e artificiais. Em resumo, nosso genoma não determina um fenótipo, mas estabelece uma gama de possibilidades. Um certo fenótipo se concretizará dependendo da interação de determinado genótipo com determinado ambiente.
Características adquiridas
É toda característica que o indivíduo desenvolve após o nascimento, como um defeito físico por acidente, AIDS, paralisia infantil
Características congênitas
São características que o indivíduo adquire ainda no ventre materno. Entre os exemplos, estão doenças adquiridas antes do nascimento ou mesmo posterior a tal, no primeiro mês de vida, seja qual for a sua causa. Dentre essas doenças, aquelas caracterizadas por deformações estruturais são denominadas usualmente por anomalias ou malformações congênitas.
Malformação congênita é uma condição presente ao nascimento onde a hereditariedade não pode ser imediatamente excluída e não está necessariamente causando a anomalia que se apresenta. Pode ser definida portanto como qualquer defeito na constituição de algum órgão ou conjunto de órgãos que determine uma anomalia morfológica estrutural presente no nascimento por causa genética, ambiental ou mista.
Essa definição abrange todos os desvios em relação à forma, tamanho, posição, número e coloração de uma ou mais partes do corpo capazes de ser averiguadas macroscopicamente ao nascimento e/ou por ser discreta que não tenha sido verificada na ocasião em que a criança nasceu e só se manifeste clinicamente mais tarde.
Nesse sentido não se distingue de "erros inatos do metabolismo", "enfermidades genéticas" ou "doenças congênitas" no sentido amplo de desvios do estado de saúde devido total ou parcialmente à constituição genética do indivíduo, embora a condição de deficiência (handicap), mesmo associado às malformações graves (com perda de função da área afetada), não correspondem exatamente à noção de ausência de saúde.
Essas doenças, caso não sejam visíveis, podem ser descobertas através do "teste do pézinho", testes de screening (triagem) neonatal nos quais é recolhida uma gota de sangue do calcanhar do bebê (normalmente entre o quarto e o sétimo dia de vida). São exemplos de doenças congénitas os erros inatos do metabolismo tipo: fenilcetonúria, tirosinemia e homocistinúria.
Características hereditárias
São características transmitidas hereditariamente através dos genes contidos nos cromossomos das células sexuais, como cor de cabelos, cor dos olhos, estatura etc.
Mutações
Em Biologia, mutações são mudanças na sequência dos nucleotídeos do material genético de um organismo. Mutações podem ser causadas por erros de cópia do material durante a divisão celular, por exposição a radiação ultravioleta ou ionizante, mutagênicos químicos, ou vírus. A célula pode também causar mutações deliberadamente durante processos conhecidos como hipermutação. Em organismos multicelulares, as mutações podem ser divididas entre mutação de linhagem germinativa, que pode ser passada aos descendentes, e mutações somáticas, que não são transmitidas aos descendentes em animais. Em alguns casos, plantas podem transmitir mutações somáticas aos seus descendentes, de forma assexuada ou sexuada (em casos em que as gemas de flores se desenvolvam numa parte que sofreu mutação somática. Assim, essa classificação é pouco eficiente para plantas, se ajustando melhor a animais. Uma nova mutação que não foi herdada de nenhum dos pais é chamada de mutação de novo. A fonte da mutação não se relaciona com seus efeitos, apesar de seus efeitos estarem relacionados com quais células são afetadas pela mutação.
Mutações geram variações no conjunto de genes da população. Mutações desfavoráveis (ou deletérias) podem ter sua frequência reduzida na população por meio da seleção natural, enquanto mutações favoráveis (benéficas ou vantajosas) podem se acumular, resultando em mudanças evolutivas adaptativas. Por exemplo, uma borboleta pode produzir uma prole com novas mutações. A maioria dessas mutações não terá efeito. No entanto, uma delas pode mudar a cor dos descendentes desse indivíduo, tornando-os mais difíceis (ou fáceis) de serem vistos por predadores. Se essa mudança de cor for vantajosa, a chance dessa borboleta sobreviver e produzir sua própria prole será um pouco maior, e com o tempo o número de borboletas com essa mutação formará uma maior proporção da população.
Mutações neutras são definidas como mutações cujos efeitos não influenciam a aptidão dos indivíduos. Essas mutações podem se acumular ao longo do tempo devido à deriva genética. Acredita-se que a imensa maioria das mutações não tem efeito significativo na aptidão dos organismos. Essa teoria neutralista foi desenvolvida por Motoo Kimura em seu livro "The Neutral Theory of Molecular Evolution". Além disso, mecanismos de reparo de DNA são capazes de corrigir a maior parte das mudanças antes que elas se tornem mutações permanentes, e muitos organismos têm mecanismos para eliminar células somáticas que sofreram mutações.
As mutações são consideradas o mecanismo que permite a ação da seleção natural, já que insere a variação genética sobre a qual ela irá agir, fornecendo as novas características vantajosas que sobrevivem e se multiplicam nas gerações subsequentes ou as características deletérias que desaparecem em organismos mais fracos.
Mutações maléficas
Mudanças no DNA causadas por mutações podem causar erros na sequência das proteínas, criando proteínas partcalmente ou completamente não-funcionais. Para funcionar corretamente, cada célula depende de milhares de proteínas para funcionar nos sítios certos nas alturas certas. Quando uma mutação altera uma proteína que tem um papel importante no corpo, pode resultar numa doença. Uma enfermidade causada por mutações em um ou mais genes é chamado de doença genética. Contudo, apenas uma pequena percentagem de mutações causa doenças genéticas; a maioria não tem impacto na saúde. Por exemplo, algumas mutações alteram a sequência de bases de DNA de um gene mas não mudam a função da proteína produzida por esse gene. Estudos na mosca da fruta Drosophila melanogaster sugerem que se uma mutação muda de fato uma proteína, esta mudança será provavelmente maléfica, com 70 por cento destas mutações tendo efeitos negativos e sendo as restantes neutras ou fracamente benéficas.
Se uma mutação estiver presente numa célula germinal, pode dar origem a descendentes portadores dessa mutação em todas as suas células. Este é o caso de doenças hereditárias. Por outro lado, uma mutação pode ocorrer numa célula somática de um organismo. Algumas mutações podem estar presentes em todos os descendentes desta célula e certas mutações podem provocar que a célula se torne maligna, e consequentemente cause câncer.
Muitas vezes, mutações génicas que poderiam provocar uma doença genética são reparadas pelo sistema celular de reparação do DNA. Cada célula tem um certo número de vias bioquímicas através do qual enzimas reconhecem e reparam erros no DNA. Como o DNA pode ser danificado ou mutado de diversas maneiras, o processo de reparação do DNA é uma maneira importante do corpo se proteger de doenças.
Mutações benéficas
Uma muito pequena percentagem de todas as mutações tem na verdade um efeito positivo. Estas mutações levam a novas versões de proteínas que ajudam o organismo e futuras gerações a adaptar-se melhor a mudanças no seu ambiente. Por exemplo, uma deleção específica de 32 pares de base no CCR5 humano confere resistência ao HIV a homozigóticos e atrasa o despoletar do SIDA em heterozigóticos. A mutação CCR5 é mais comum em pessoas com ascendência europeia. Uma teoria para a etiologia da relativa alta frequência do CCR5-Δ32 na população europeia é que esta confere resistência à peste bubônica que flagelou a Europa em meados do Século XIV. Pessoas que tinham esta mutação foram capazes de sobreviver à infecção; por isso, a sua frequência na população aumentou. Isso pode também explicar porque esta mutação não se encontra na África, que não foi afetada pela peste bubônica. Uma teoria mais recente diz que a pressão seletiva na mutação CCR5-Δ32 foi causada pela varíola em vez da peste bubônica.
Outros genes influenciam o desenvolvimento do corpo. Por exemplo, alelos diferentes na via da miostatina influenciam a força de uma pessoa, uma vez que estes genes controlam o desenvolvimento muscular.
Referências:
LINHARES, Sérgio; GEWANDSZNADJER, Fernando. Biologia. Volume Único. Editora Ática, 2009.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário_Discussão:Crazymanevs
http://www.serdigital.com.br/gerenciador/ambienteseguro/clientes/andremaia/downloads/100.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doenças_congênitas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mutação
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Pi virou música
Um músico estadunidense resolveu interpretar o número Pi em diversos instrumentos musicais. Cada número equivalia uma nota, somado à criatividade.
Essa é a postagem nº: 500!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Observe as seguintes imagens e leia as frases abaixo delas bem rapidamente
O Celta Preto!
O Celta Azul!
Uma mão
Outros exemplos:Vez passada (Vespa assada)
Vou me já (Vou mijar)
Não entendeu? Clique aqui
Link das imagens: Céu 1
Céu 2
Mamão Papaya
domingo, 15 de agosto de 2010
Canal do Panamá
O Canal do Panamá é um canal com 82 quilômetros de extensão, que corta o istmo do Panamá, ligando assim o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico, no Panamá.
Diversas ilhas situam-se no lago Gatún, incluindo a ilha Barro Colorado, um santuário mundial de vida selvagem.
História
Antecedentes
A tentativa estadunidense
Inauguração
![]() |
| Mapa esquemático do Canal do Panamá, ilustrando a seqüência de fechamentos e passagens. |
O canal possui dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um no do Atlântico. Neste último, as portas maciças de aço das eclusas triplas de Gatún têm 21 metros de altura e pesam 745 toneladas cada uma, mas são tão bem contrabalançadas que um motor de 30 kW é suficiente para abri-las e fechá-las. O lago Gatún, que fica a 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago. Do lago Gatún, o canal passa pela falha de Gaillard e desce em direção ao Pacífico, primeiramente através de um conjunto de eclusas em Pedro Miguel, no lago Miraflores, a 16,5 metros acima do nível do mar, e depois, através de um conjunto duplo de eclusas em Miraflores. Todas as eclusas do canal são duplas, de modo que os barcos possam passar nas duas direções. Os navios são dirigidos ao interior das eclusas por pequenos aparelhos ferroviários. O lado do Pacífico é 24 centímetros mais alto do que o lado do Atlântico, e tem marés muito mais altas.
Diversas ilhas situam-se no lago Gatún, incluindo a ilha Barro Colorado, um santuário mundial de vida selvagem.
História
Antecedentes
![]() |
| Eclusas do Canal do Panamá. |
Foram diversos os navegadores, ao longo da História, que procuraram uma passagem entre os Oceanos Atlântico e Pacífico. O português Fernão de Magalhães, a serviço da Coroa Espanhola, descobriu, em 1520, um estreito que recebeu o seu nome (estreito de Magalhães). A partir de então, a ligação entre os dois oceanos tornava-se possível, através de uma viagem que era longa, demorada e arriscada, levando a que se cogitasse na abertura de um canal que os unisse.
A primeira tentativa conhecida foi empreendida ainda sob o reinado de Carlos I de Espanha, em 1523, mas como as seguintes, até ao século XIX, quando se cogitou em transportar as embarcações por ferrovia através do istmo, não teve sucesso.
A tentativa francesa
Em 1878, o francês Ferdinand de Lesseps, construtor do canal de Suez, obteve uma concessão do governo da Colômbia, a quem a região pertencia à época, autorizando a sua companhia a iniciar as obras de abertura do canal.
O projeto de Lesseps constituía-se na abertura de um canal ao nível do mar. Entretanto, na prática, os seus engenheiros nunca conseguiram uma solução prática para o problema do curso do rio Chagres, que atravessava em diversos pontos o traçado projectado para o canal. Além disso, a abertura deste ao nível do mar, implicava na completa drenagem daquele rio, um desafio para a engenharia da época.
As obras iniciaram-se em 1880, com base na experiência de Suez. Entretanto, as diferenças de tipo de terreno, relevo e clima constituíram-se em desafios inconsideráveis. Chuvas torrenciais, enchentes, desmoronamentos e altíssimas taxas de mortalidade de trabalhadores devido a doenças tropicais, nomeadamente a malária e a febre amarela, causaram demoras imprevistas no projecto original. Em 1885, o plano inicial de um canal ao nível do mar foi alterado, passando a incluir uma comporta. Entretanto, após quatro anos de investimentos e trabalho, a companhia veio a falir.
![]() |
| Trabalhos de construção na falha de Gaillard, 1907. |
O presidente estado-unidense Theodore Roosevelt estava convencido de que os Estados Unidos podiam terminar o projeto, e reconheceu que o controle estado-unidense da passagem do Atlântico ao Pacífico seria de uma importância militar e econômica considerável. O Panamá fazia então parte da Colômbia, de modo que Roosevelt começou as negociações com os colombianos para obter a permissão necessária. No início de 1903, o Tratado Hay-Herran foi assinado pelos dois países, mas o Senado colombiano não o ratificou. No que foi então, e ainda hoje é, um movimento polêmico, Roosevelt deu a entender aos rebeldes panamenhos que, se eles se revoltassem contra a Colômbia, a marinha estado-unidense apoiaria a causa de independência panamenha. O Panamá acabou por proclamar sua independência em 3 de Novembro de 1903, e o U.S.S. Nashville, em águas panamenhas, impediu toda e qualquer interferência colombiana.
Quando as lutas começaram, Roosevelt ordenou à Marinha estado-unidense estacionar navios de guerra perto da costa panamenha para "exercícios de treinamento". Muitos argumentam que o medo de uma guerra contra os Estados Unidos obrigou os colombianos a evitarem uma oposição séria ao movimento de independência. Os panamenhos vitoriosos devolveram o favor a Roosevelt permitindo aos Estados Unidos o controle da Zona do canal do Panamá em 23 de Fevereiro de 1904 por US$ 10 milhões (como previsto no Tratado Hay-Bunau-Varilla, assinado em 18 de Novembro de 1903) e de uma renda anual de 250 mil dólares a partir de 1913.
![]() |
| Construção das eclusas de Pedro Miguel, no início da década de 1910, mostrando as paredes centrais (vistas ao norte). |
O primeiro engenheiro-chefe do projeto foi John Findlay Wallace. Prejudicado pelas doenças e pela escassa organização, sem condições de trabalho, acabou por se demitir após um ano.
O segundo engenheiro-chefe, John Stevens, optou pela construção de um canal com eclusas, propondo-se a controlar o curso do rio Charges por meio de um aterro de grandes dimensões, formando uma barragem em Gatún. O lago artificial assim formado não apenas forneceria a água e a energia elétrica necessários à operação das eclusas, como também constituiria uma via líquida, que cobriria um terço da distância no istmo. Stevens conseguiu construir a maior parte da infraestrutura necessária para as obras, incluindo a construção de casas para os trabalhadores, a reconstrução da ferrovia do Panamá destinada ao transporte de carga pesada e o projeto de um método eficiente de remoção de entulho decorrente do desmonte de rochas pela ferrovia. Viria a demitir-se, por sua vez, em 1907.
Nesta etapa, o grande sucesso dos EUA foi a erradicação do mosquito transmissor da febre amarela, que havia vitimado cerca de vinte mil trabalhadores franceses. Com base nos trabalhos do médico cubano Juan Carlos Finlay, Walter Reed havia descoberto em Cuba, durante a Guerra Hispano-Americana, que a doença era transmitida por mosquitos. Desse modo, as novas medidas sanitárias introduzidas pelo Dr. William C. Gorgas eliminaram a febre amarela em 1905 e melhoraram as condições de higiene e trabalho.
O terceiro e último engenheiro-chefe foi o coronel George Washington Goethals. Sob a sua direcção, os trabalhos de engenharia foram divididos entre a construção de represas, de eclusas e de lagos em ambos os lados, e o grande trabalho de escavação através da falha continental em Culebra (Passo de Culebra, hoje conhecido como Falha de Gaillard).
Inauguração
![]() |
| O navio de passageiros SS Kroonland atravessando o canal em 1915. |
Após dez anos de trabalho e da escavação de um volume de material quase quatro vezes maior do que o inicialmente projetado, o canal foi finalmente concluído a 10 de Outubro de 1913, com a presença do presidente estadunidense Woodrow Wilson, que naquela data apertou o botão para a explosão do dique de Gamboa. Diversos trabalhadores das Índias Ocidentais trabalharam no canal, e a sua mortalidade oficial elevou-se a 5.609 mortos.
Concluídas as obras complementares, quando o canal entrou finalmente em atividade, a 15 de Agosto de 1914, constituía-se numa maravilha tecnológica. A complexa série de eclusas permitia até mesmo a passagem dos maiores navios de sua época. O canal foi um triunfo estratégico e militar importantíssimo para os Estados Unidos, e revolucionou os padrões de transporte marítimo.
![]() |
| Um "Panamax" na eclusa de Miraflores. |
Os Estados Unidos usaram o canal durante a Primeira Guerra Mundial para revitalizar sua frota devastada no Pacífico. Alguns dos maiores navios que os Estados Unidos tiveram que enviar pelo canal foram porta-aviões, em particular o USS Essex. Estes eram tão largos que, apesar de as eclusas poderem contê-los, os postes de luz que ladeiam o canal tiveram que ser removidos para que pudessem passar. Atualmente, os maiores navios que podem atravessar o canal são conhecidos como Panamax.
Novo Canal
Está em curso um projeto de ampliação do canal do Panamá, com a construção de uma nova hidrovia, que permitirá a passagem de navios muito maiores que os atuais, serão chamados: post-panamax. Segundo o projeto o Novo Canal do Panamá será inaugurado durante as festividades dos 100 anos do primeiro canal.
Cessão do Canal ao Panamá
![]() |
| Sede administrativa do Canal do Panamá em Balboa, Panamá. |
O canal e a Zona do Canal em torno foram administrados pelos Estados Unidos até 1999, quando o controle foi passado ao Panamá, como previsto pelos Tratados Torrijos-Carter, assinados em 7 de setembro de 1977, nos quais o presidente dos estados-unidos Jimmy Carter cede aos pedidos de controle dos panamenhos. Os tratados previam uma passagem gradual do controle aos panamenhos, que se terminou pelo controle total do canal pelo Panamá em 31 de Dezembro de 1999.
O Panamá tem, desde então, melhorado o Canal, quebrando recordes de tráfego, financeiros e de segurança ano após ano.
Obtido em Wikipédia, a enciclopédia livre
quinta-feira, 8 de julho de 2010
As maiores palavras da língua portuguesa
As maiores palavras da língua portuguesa são:
Anticonstitucionalissimamente, com 29 letras, é a maior palavra do nosso idioma. É um advérbio e descreve algo que é efetuado de maneira muito anticonstitucional, ou seja que é oposto à constituição.
Oftalmotorrinolaringologista (português brasileiro), com 28 letras, é o especialista em doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta, no entanto é uma palavra considerada obsoleta. É mais comum a palavra otorrinolaringologista (Veja abaixo).
Inconstitucionalissimamente, com 27 letras, é o advérbio de inconstitucional e designa o mais alto grau de inconstitucionalidade. É tida geralmente como a mais longa palavra de língua portuguesa pelo Guinness Book of Records.
Otorrinolaringologista, com 22 letras, é o médico que se ocupa dos ouvidos, garganta e nariz.
Inconstitucionalíssimo, com 22 letras, adjetivo, masculino singular, derivação de inconstitucional.
Inconstitucionalíssima, com 22 letras, adjetivo, feminino singular, derivação de inconstitucional.
Palavras não consideradas
* O plural das palavras não é considerado.
* Termos técnicos usados na química e em outras ciências. Por exemplo, pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico, com 46 letras que é uma amalgama de síndromes ou tetrabromometacresolsulfonoftaleína que é um corante usado em reações químicas, com 35 letras. Tais palavras ocupariam o primeiro lugar. Nesse contexto, a maior palavra do mundo seria o nome químico para a proteína conhecida como Titina, que contém 189819 letras.
Nomes ou palavras fictícias tais como: Lopadotemakhoselakhogaleokranioleipsanodrimypotrimmatosilphiokarabomelitokatakekhymenokikhlepikossyphophattoperisteralektryonoptekephalliokinklopeleiolagōiosiraiobaphētraganopterygṓn que é o nome de um prato fictício criado por Aristófanes e é constituído por 182 letras.
Anticonstitucionalissimamente, com 29 letras, é a maior palavra do nosso idioma. É um advérbio e descreve algo que é efetuado de maneira muito anticonstitucional, ou seja que é oposto à constituição.
Oftalmotorrinolaringologista (português brasileiro), com 28 letras, é o especialista em doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta, no entanto é uma palavra considerada obsoleta. É mais comum a palavra otorrinolaringologista (Veja abaixo).
Inconstitucionalissimamente, com 27 letras, é o advérbio de inconstitucional e designa o mais alto grau de inconstitucionalidade. É tida geralmente como a mais longa palavra de língua portuguesa pelo Guinness Book of Records.
Otorrinolaringologista, com 22 letras, é o médico que se ocupa dos ouvidos, garganta e nariz.
Inconstitucionalíssimo, com 22 letras, adjetivo, masculino singular, derivação de inconstitucional.
Inconstitucionalíssima, com 22 letras, adjetivo, feminino singular, derivação de inconstitucional.
Palavras não consideradas
* O plural das palavras não é considerado.
* Termos técnicos usados na química e em outras ciências. Por exemplo, pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico, com 46 letras que é uma amalgama de síndromes ou tetrabromometacresolsulfonoftaleína que é um corante usado em reações químicas, com 35 letras. Tais palavras ocupariam o primeiro lugar. Nesse contexto, a maior palavra do mundo seria o nome químico para a proteína conhecida como Titina, que contém 189819 letras.
Nomes ou palavras fictícias tais como: Lopadotemakhoselakhogaleokranioleipsanodrimypotrimmatosilphiokarabomelitokatakekhymenokikhlepikossyphophattoperisteralektryonoptekephalliokinklopeleiolagōiosiraiobaphētraganopterygṓn que é o nome de um prato fictício criado por Aristófanes e é constituído por 182 letras.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
História do Ivo Leão
Breve Histórico
O Colégio Estadual Ivo Leão - Ensino Fundamental e Médio foi inaugurado no dia 21 de novembro de 1977 (D.O.E.), com a denominação de "Escola Estadual Ivo Leão - Ensino de 1° Grau", tendo à pasta do Ministério da Educação Ney Braga, e como Secretário Estadual de Educação Francisco Borsari Netto. Suas atividades relacionadas à docência foram iniciadas no ano de 1978, sendo reconhecido o Ensino de 1° Grau em 29 de dezembro de 1981. Em 12 de janeiro de 1990 (D.O.E.) foi autorizado o funcionamento de Ensino de 2º Grau na instituição, sendo reconhecido em 30 de maio de 1995 (D.O.E.). Atualmente, o Colégio oferta os cursos de Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Quem foi Ivo Leão?
Ivo Leão nasceu em Curitiba, no dia 02 de maio de 1898 e faleceu na mesma cidade em 17 de abril de 1963. Era filho de Agostinho Ermelino de Leão Junior e de Maria Clara Abreu de Leão. Pelo lado paterno era neto do desembargador Agostinho de Leão e sobrinho do historiador Ermelino de Leão. Pelo lado materno era bisneto do Visconde de Nacar e sobrinho de Cândido de Abreu, que foi prefeito de Curitiba.
Poucos anos depois ingressou, como sócio, na firma Leão Junior S.A. onde imprimiu grande desenvolvimento principalmente promovendo e incentivando, em todo o país, o consumo de mate queimado nas modalidades de chá e refrigerante. Exerceu durante muitos anos, até seu falecimento, a presidência da Leão Junior S.A.
O Colégio Estadual Ivo Leão - Ensino Fundamental e Médio foi inaugurado no dia 21 de novembro de 1977 (D.O.E.), com a denominação de "Escola Estadual Ivo Leão - Ensino de 1° Grau", tendo à pasta do Ministério da Educação Ney Braga, e como Secretário Estadual de Educação Francisco Borsari Netto. Suas atividades relacionadas à docência foram iniciadas no ano de 1978, sendo reconhecido o Ensino de 1° Grau em 29 de dezembro de 1981. Em 12 de janeiro de 1990 (D.O.E.) foi autorizado o funcionamento de Ensino de 2º Grau na instituição, sendo reconhecido em 30 de maio de 1995 (D.O.E.). Atualmente, o Colégio oferta os cursos de Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Quem foi Ivo Leão?
Palacete Leão Júnior, onde Ivo Leão passou sua vida.
Fez o curso primário no Colégio do Professor Marins Camargo, o secundário no Ginásio Paranaense e cursou Engenharia Civil na recém criada Universidade Federal do Paraná. Ivo Leão iniciou suas atividades industriais em 1917, em sociedade com o irmão, Rui Leão, no ramo da exportação de madeiras, quando organizaram a firma Ivo Leão & Cia, que possuia uma serralheria nas proximidades da estação ferroviária de Fernandes Pinheiro, na linha sul da ferrovia São Paulo - Rio Grande.
Como jogador de futebol, Ivo defendeu o Internacional Futebol Clube, time alvinegro formado por dissidentes do Coritiba. Participou e foi campeão e artilheiro do primeiro Campeonato Paranaense, em 1915, conquistado de maneira invicta pela equipe Alvinegra da Baixada. Joaquim Américo era presidente do Internacional e dono do terreno do estádio da equipe, que depois se fundiu em 1924 com o então arqui-rival, o encarnado time do América, resultando no Clube Atlético Paranaense, hoje rival do Coritiba. Atualmente, Ivo Leão batiza uma rua no Alto da Glória, próximo ao Estádio Couto Pereira.
Poucos anos depois ingressou, como sócio, na firma Leão Junior S.A. onde imprimiu grande desenvolvimento principalmente promovendo e incentivando, em todo o país, o consumo de mate queimado nas modalidades de chá e refrigerante. Exerceu durante muitos anos, até seu falecimento, a presidência da Leão Junior S.A.Fonte: SEED-PR
quarta-feira, 31 de março de 2010
Pulseiras causam problema de novo
Uma adolescente de 13 anos foi estuprada por pelo menos três rapazes, em Londrina (PR). O crime teria sido motivado pelo uso da "pulseira do sexo", segundo a polícia. A vítima foi abordada por um grupo composto por quatro jovens depois de sair da escola, na região central da cidade, por volta das 12h do dia 15 de março. De acordo com a Polícia Civil, um dos envolvidos tem 18 anos e vai responder em liberdade pelo crime de estupro de vulnerável. Os demais já foram identificados, mas ainda não prestaram depoimento até a manhã desta quarta-feira (31).
A “brincadeira” das pulseiras funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até a prática de sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.
Segundo o delegado William Douglas Soares, o caso chegou ao conhecimento da polícia no dia 23 deste mês, quando a mãe e a garota relataram o ocorrido. "A menina disse que foi abordada pelo grupo e um deles arrancou a dita 'pulseira do sexo' que ela usava. Pela cor do adereço, ela teria de pagar uma prenda aos jovens. Ela se mostrou constrangida com o fato e acompanhou o grupo até a casa do rapaz de 18 anos. A menina não relatou que eles tivessem usado arma para isso."
Soares informou ainda que o encontro preliminar aconteceu no terminal de transporte coletivo central de Londrina, que registra grande movimento de estudantes no horário de saída das escolas. "A vítima e os envolvidos não se conheciam. Por isso tenho a convicção de que o crime só aconteceu por causa do uso das 'pulseiras do sexo'. Fica aqui o alerta aos educadores, pais e estudantes sobre isso."
A jovem está recebendo acompanhamento psicológico do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) desde o registro do caso. "Estamos esperando os laudos psicológico e do Instituto de Medicina Legal (IML) sobre as agressões sofridas pela menina", disse o delegado.
Soares informou ainda que o fato de a jovem ter acompanhado os agressores até a casa de um deles não tem importância no inquérito. "Trata-se de um caso de estupro de vulnerável, que independe de consentimento ou não da vítima, que neste caso tem menos de 14 anos, como rege a legislação."
Em caso de condenação, o rapaz de 18 anos pode cumprir pena que varia de 8 a 15 anos de reclusão. "No caso dos demais envolvidos, que são menores de idade, eles podem ser levados para medidas sócioeducativas ou até para internação, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)", disse o delegado.
Polêmica
Em São Paulo e em Curitiba, o uso das pulseirinhas provocou polêmica entre pais, educadores e alunos. Fáceis e baratas de se comprar, as pulseiras viraram moda.
Um projeto de lei que proíbe o uso das pulseirinhas do sexo nas escolas da rede municipal de Navegantes (SC) foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores da cidade, no começo deste mês. Outro projeto está em voto em Londrina.
Fonte da notícia: G1
Aviso
O blog iWally já havia dado o alerta em dezembro passado sobre o problema que isso poderia causar. Na época, o blog relatou que já havia casos mais graves no Reino Unido, e dizia que, se repetida a tradição, poderia haver problemas. Parece que isto está indo longe demais. A matéria pode ser lida aqui.
A “brincadeira” das pulseiras funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até a prática de sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.
Segundo o delegado William Douglas Soares, o caso chegou ao conhecimento da polícia no dia 23 deste mês, quando a mãe e a garota relataram o ocorrido. "A menina disse que foi abordada pelo grupo e um deles arrancou a dita 'pulseira do sexo' que ela usava. Pela cor do adereço, ela teria de pagar uma prenda aos jovens. Ela se mostrou constrangida com o fato e acompanhou o grupo até a casa do rapaz de 18 anos. A menina não relatou que eles tivessem usado arma para isso."
Soares informou ainda que o encontro preliminar aconteceu no terminal de transporte coletivo central de Londrina, que registra grande movimento de estudantes no horário de saída das escolas. "A vítima e os envolvidos não se conheciam. Por isso tenho a convicção de que o crime só aconteceu por causa do uso das 'pulseiras do sexo'. Fica aqui o alerta aos educadores, pais e estudantes sobre isso."
A jovem está recebendo acompanhamento psicológico do Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) desde o registro do caso. "Estamos esperando os laudos psicológico e do Instituto de Medicina Legal (IML) sobre as agressões sofridas pela menina", disse o delegado.
Soares informou ainda que o fato de a jovem ter acompanhado os agressores até a casa de um deles não tem importância no inquérito. "Trata-se de um caso de estupro de vulnerável, que independe de consentimento ou não da vítima, que neste caso tem menos de 14 anos, como rege a legislação."
Em caso de condenação, o rapaz de 18 anos pode cumprir pena que varia de 8 a 15 anos de reclusão. "No caso dos demais envolvidos, que são menores de idade, eles podem ser levados para medidas sócioeducativas ou até para internação, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)", disse o delegado.
Polêmica
Em São Paulo e em Curitiba, o uso das pulseirinhas provocou polêmica entre pais, educadores e alunos. Fáceis e baratas de se comprar, as pulseiras viraram moda.
Um projeto de lei que proíbe o uso das pulseirinhas do sexo nas escolas da rede municipal de Navegantes (SC) foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores da cidade, no começo deste mês. Outro projeto está em voto em Londrina.
Fonte da notícia: G1
Aviso
O blog iWally já havia dado o alerta em dezembro passado sobre o problema que isso poderia causar. Na época, o blog relatou que já havia casos mais graves no Reino Unido, e dizia que, se repetida a tradição, poderia haver problemas. Parece que isto está indo longe demais. A matéria pode ser lida aqui.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A maior temperatura da história
Cientistas atingiram a temperatura mais alta já obtida em laboratório - 4 trilhões de graus Celsius, o suficiente para desintegrar a matéria e obter um tipo de sopa semelhante a que existia microssegundos depois do surgimento do universo. Eles usaram um acelerador de partículas gigante, pertencente ao Laboratório Nacional Brookhaven, do Departamento de Energia dos Estados Unidos.
O equipamento promoveu a colisão de íons de ouro, o que produziu as explosões ultraquentes que duraram apenas alguns milissegundos. Mas foi o suficiente para dar aos físicos material para anos de trabalho que ajudará a compreender por que e como se formou o universo.
"A temperatura é quente o bastante para derreter prótons e nêutrons", disse ontem Steven Vigdor, um dos responsáveis pelo experimento, em entrevista a jornalistas na Sociedade Americana de Física, em Washington.
Estas partículas constituem os átomos, mas elas mesmas são feitas de componentes ainda menores chamados quarks e glúons.
Os físicos estão procurando qualquer pequena irregularidade que possa explicar por que a matéria se acumulou fora da sopa quente primordial.
Eles também esperam usar suas descobertas em aplicações mais práticas - tais como no campo da "spintrônica" que tenta desenvolver dispositivos de computação menores, mais rápidos e poderosos.
O Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês) - usado para colidir os íons de ouro bilhões de vezes - é um acelerador de partículas com 3,8 quilômetros de comprimento enterrado a 4 metros da superfície.
"O RHIC foi desenvolvido para produzir matéria sob temperaturas encontradas originalmente no início do universo", disse Vigdor.
Os cientistas apontam que chegaram bem perto com os 4 trilhões de graus Celsius.
Como comparação, basta lembrar que a temperatura no núcleo do Sol é de 50 milhões de graus Celsius e o ferro derrete a 1.800°C.
Na Europa, pesquisadores também investigam a origem do Universo - eles contam com a ajuda do Grande Colisor de Hádrons (LHC), que ficou parado por quase um ano, mas voltou a funcionar no fim de 2009.
O equipamento promoveu a colisão de íons de ouro, o que produziu as explosões ultraquentes que duraram apenas alguns milissegundos. Mas foi o suficiente para dar aos físicos material para anos de trabalho que ajudará a compreender por que e como se formou o universo.
"A temperatura é quente o bastante para derreter prótons e nêutrons", disse ontem Steven Vigdor, um dos responsáveis pelo experimento, em entrevista a jornalistas na Sociedade Americana de Física, em Washington.
Estas partículas constituem os átomos, mas elas mesmas são feitas de componentes ainda menores chamados quarks e glúons.
Os físicos estão procurando qualquer pequena irregularidade que possa explicar por que a matéria se acumulou fora da sopa quente primordial.
Eles também esperam usar suas descobertas em aplicações mais práticas - tais como no campo da "spintrônica" que tenta desenvolver dispositivos de computação menores, mais rápidos e poderosos.
O Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês) - usado para colidir os íons de ouro bilhões de vezes - é um acelerador de partículas com 3,8 quilômetros de comprimento enterrado a 4 metros da superfície.
"O RHIC foi desenvolvido para produzir matéria sob temperaturas encontradas originalmente no início do universo", disse Vigdor.
Os cientistas apontam que chegaram bem perto com os 4 trilhões de graus Celsius.
Como comparação, basta lembrar que a temperatura no núcleo do Sol é de 50 milhões de graus Celsius e o ferro derrete a 1.800°C.
Na Europa, pesquisadores também investigam a origem do Universo - eles contam com a ajuda do Grande Colisor de Hádrons (LHC), que ficou parado por quase um ano, mas voltou a funcionar no fim de 2009.
Assinar:
Postagens (Atom)

























