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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Bandeira da Estônia

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Série bandeiras parecidas: Cruz Nórdica

Cruz nórdica ou cruz escandinava é o nome de um padrão de bandeiras normalmente associadas aos países da Escandinávia, nos quais tiveram origem. Todos os países nórdicos adotaram esse tipo de bandeiras.
A cruz simboliza o cristianismo e apresenta-se estendida de uma extremidade à outra da bandeira com a parte vertical da cruz chegada à tralha, ao contrário de outras bandeiras em que a cruz é centrada (conhecida como a cruz Grega).

A primeira bandeira a surgir com esse design foi a bandeira da Dinamarca; subsequentemente, a Suécia, Noruega, Finlândia, Islândia e algumas das suas subdivisões aplicaram esse padrão às suas bandeiras. A bandeira Norueguesa foi a primeira bandeira a apresentar três cores. Embora as bandeiras partilhem esse padrão, cada uma tem a sua história e simbolismo próprios.

Mesmo sendo bastante semelhantes, as proporções entre as diferentes bandeiras podem variar, e por vezes até em versões distintas da mesma bandeira.

Bandeiras nacionais






Islândia


Noruega






Suécia

Dinamarca

Finlândia
Regiões autônomas

Åland

Ilhas Faröe

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Quais estados americanos possuem bandeiras parecidas com a Bandeira do Brasil?

Arkansas

Delaware

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Burj Khalifa

O Burj Khalifa Bin Zayid (em árabe: برج خليفة; "Torre de Khalifa"), anteriormente conhecido como Burj Dubai, é um arranha-céu localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sendo a maior estrutura e, consequentemente, o maior arranha-céu construído pelo homem, com 828 metros de altura. Sua construção começou em 21 de Setembro de 2004 e foi inaugurado no dia 4 de janeiro de 2010. Foi rebatizada devido ao empréstimo feito por Khalifa bin Zayed Al Nahyan, xeque do emirado de Abu Dhabi, depois que este emprestou US$ 10 bilhões para evitar que Dubai desse um calote em investidores de uma de suas principais companhias, a Dubai World.

O edifício faz parte de uma área de 2 km² em desenvolvimento, chamada "Downtown Burj Dubai", localizado no "First Interchange", ao lado das duas principais avenidas da cidade, a Sheikh Zayed Road e a Financial Centre Road (anteriormente conhecida como Doha Street). O arquiteto do edifício é Adrian Smith, que trabalhou com a Skidmore, Owings and Merrill (SOM) até 2006. A empresa de arquitetura e engenharia sediada na cidade de Chicago ficou encarregada do projeto. As primeiras empreiteiras são a Samsung Engineering & Construction, a Besix e a Arabtec. A Turner Construction Company foi escolhida para comandar o projeto.

O orçamento total do projeto do Burj Khalifa girou em torno de 4,1 bilhões de dólares e para toda a nova "Downtown Dubai", 20 000 milhões de dólares. Mohamed Ali Alabbar, o presidente da Emaar Propertiers falou no 8º Congresso Mundial do Council on Tall Buildings and Urban Habitat, que o preço do metro quadrado de sala de escritório é de US$ 43 000 dólares, e a Armani Residences, imobiliária encarregada das vendas dos apartamentos, comercializava o metro quadrado das salas por 37 500 dólares.

Altura

No dia 18 de janeiro de 2009 o Burj Dubai alcançou sua altura final de 828 metros.

Cronograma de eventos

* 21 de Setembro de 2004
   Os contratados pela Emmar iniciam a construção do Burj Khalifa.

* Fevereiro de 2007
   Burj Khalifa ultrapassa a Willis Tower e é o edifício com mais andares.

* 13 de Maio de 2007
   Burj Khalifa estabelece o recorde de maior estrutura vertical de concreto (cimento), a 452 m, superando os 449,2 m de concreto do Taipei 101 durante sua construção.

* 21 de Julho de 2007
   Burj Khalifa torna-se o edifício mais alto da Terra superando o Taipei 101, que fica a uma altura de 509,2 m. No dia anterior, o chefe do Conselho Relativo de Habitat e Edificações Urbanas (CTBUH), Antony Wood, confirmou que o Burj Khalifa "superou a altura do Taipei 101 estruturalmente (concreto)." No entanto, ele também acrescentou "Não iremos classificá-lo como uma construção até que ele esteja concluído e pelo menos, parcialmente aberto para as empresas, para evitar coisas como o projeto do hotel Ryugyong. O Taipei 101 é, assim, oficialmente o edifício mais alto do mundo atualmente".

* 12 de Agosto de 2007
   Burj Khalifa ultrapassa a altura da antena da Sears Tower tendo agora 527,3 m (1730 ft).

* 3 de Setembro de 2007
   Burj Khalifa torna-se a segunda estrutura livre de cabos mais alta do mundo, ultrapassando os 540 m (1772 pés) da Torre Ostankino, em Moscou.

* 12 de Setembro de 2007
   Com 555,3 m (1822 pés), o Burj Khalifa se torna a maior estrutura livre de cabos do mundo, ultrapassando a CN Tower em Toronto.

* 7 de Abril de 2008
  A Emaar anunciou que o Burj Khalifa, então com 629 metros, ultrapassou a Torre da KVLY-TV e se tornou a estrutura mais alta da terra já feita pelo homem.

* 19 de Junho de 2008
  Com 663 metros de altura, o Burj Khalifa superou a Torre de Rádio de Varsóvia em Gąbin, na Polônia (650,9 m (2221 pés) até que desabou em 1991) e se tornou a estrutura mais alta do mundo de qualquer tipo já construída.

* 1 de Setembro de 2008
   A Emaar publicou no seu site oficial que o edifício alcançou 688 metros de altura, e número de andares não divulgado (160), ultrapassando todas as construções de qualquer tipo do planeta.

* 26 de Setembro de 2008
   O site da Emaar informa que o Burj Khalifa alcançou a altura de 707 m.

* 17 de Janeiro de 2009
   O Burj Khalifa chega à sua altura máxima, 828 m.

* 16 de Dezembro de 2009
   A construtora Emaar marca a inauguração do edifício para o dia 4 de janeiro de 2010.

* 4 de Janeiro de 2010
   É inaugurado o edifício.

Recordes atuais

Comparação do Burj Khalifa com outras grandes estruturas.
* Comparação do Burj Khalifa com outras grandes estruturas.Estrutura mais alta livre de cabos: 589.5 metros (1,964 pés) (anterior CN Tower - 553.3 m (1,815 pés))

* Edifício com mais andares: 158(anterior Sears Tower/World Trade Center - 110 andares)

* Concreto vertical (para o edifício): 601.0 m (1,972 pés) (anterior Taipei 101 - 449.2 m (1,474 pés))

* Concreto vertical (para qualquer construção): 601.0 m (1,972 pés) (anterior Riva del Garda Hydroelectric Power Plant - 532 m (1,745 pés))
 
Elevadores

O edifício tem 57 elevadores, dos quais uns são rápidos, apenas param, para além de nos de rés-do-chão e topo, nos andares 43, 76 e 123 e, os restantes são lentos, páram em todos os andares a que sejam solicitados. Os andares 43, 76 e 123 servem para simplificar uma viagem aos andares mais altos do edifício, não fazendo com que se tenha de parar em todos, caso haja bastante movimento.

Funcionalidades

AndarFunção/Serviço
Do 160 ao topoManutenção
159Estação radiofónica principal
158Mesquita
156 e 157Estações radiofônicas
155Manutenção
Do 139 ao 154Suites presidenciais e escritórios
Do 136 ao 138Manutenção
Do 125 ao 135Suites presidenciais e escritórios
124Observatório sobre toda a cidade de Dubai.
123Piso para mudança de elevador rápido para lento ou vice-versa
122Restaurante - At. Mosphere
Do 111 ao 121Suites presidenciais e escritórios
109 e 110Manutenção
Do 77 ao 108Habitações
76Piso para mudança de elevador rápido para lento ou vice-versa
Do 73 ao 75Manutenção
Do 44 ao 72Habitações
43Piso para mudança de elevador rápido para lento ou vice-versa
Do 40 ao 42Manutenção
38 e 39Hotel Armani - Suites
Do 19 ao 37Hotel Armani - Quartos
17 e 18Manutenção
Do 1 ao 16Hotel Armani - Quartos
Rés-do-ChãoHotel Armani
ÁtrioHotel Armani
B1-B2 (Subterrâneos)Manutenção / Parque de Estacionamento

Curiosidades


O Burj Khalifa ainda em obras,
a quase dois anos antes da inauguração
* O Burj Khalifa possui um posto de observação a 442 metros de altura.

* A quantidade de janelas de vidro colocadas no Burj Khalifa daria para fechar 20 estádios de futebol e 30 de futebol americano.

* A quantidade de energia elétrica usada no Burj Khalifa é equivalente ao gasto de 500 000 lâmpadas de 100 watts ao mesmo tempo.

* O Burj Khalifa possui o peso equivalente de 100 000 elefantes.

* O Burj Khalifa necessita de 1 000 000 litros de água por dia.

* A antena do Burj Khalifa pode ser vista a cerca de 100 km de distância.

* Possui um dos dois hotéis de 7 estrelas do Mundo (o outro é o Burj al Arab, também em Dubai), o Accor Ar'Kalifb nos andares 75 a 88.

* Visto de cima, o Burj Khalifa forma uma flor-de-lis.

* Para limpar todas as janelas de Burj Khalifa, seria necessário, pelo menos, 4 meses.

* Os aços que foram precisos para construír Burj Khalifa, daria para construír uma ponte chegando até 1/4 do planeta Terra (Dos Estados Unidos ao Oriente Médio).

sábado, 7 de agosto de 2010

Ainda existem piratas?

Piratas mantendo a tripulação do navio de pesca
chinês Tianyu 8 como reféns.
A pirataria na costa da Somália tem sido uma ameaça à marinha mercante internacional desde o início da guerra civil daquele país, na década de 1990. Desde 1998 há relatos deste tipo de atividade, reportado por diversas organizações internacionais, incluindo a Organização Marítima Internacional e o Programa Alimentar Mundial expressaram sua preocupação com o aumento nos atos de pirataria; a atividade contribuiu para um aumento nos custos do transporte marítimo, e impediram a entrega de remessas assistenciais de alimentos. Noventa por cento das remessas do Programa Alimentar Mundial são enviados pelo mar, e os navios passaram a precisar de escolta militar.

História

Piratas armados no oceano Índico.
Pouco depois desta imagem ser feita,
os membros desta embarcação
abriram fogo contra navios da
Marinha dos Estados Unidos,que revidou;
um pirata foi morto e doze foram presos.
O estado caótico da Somália e a falta de um governo central, aliados à localização do país no Chifre da África, criaram as condições apropriadas para o crescimento da pirataria na região, no início da década de 1990. Com o colapso do governo central, barcos e navios pescando ilegalmente nas águas da Somália passaram a ser comuns. Os piratas estavam interessados, inicialmente, em assumir o controle das águas do país antes que empresários ou milicianos se envolvessem. Os atos de pirataria foram interrompidos temporariamente com a ascensão ao poder da União das Cortes Islâmicas, em 2006, quando a lei islâmica foi implantada no pais. As atividades de pirataria foram, no entanto, retomadas depois da invasão da Somália por tropas da Etiópia.


Alguns piratas são antigos pescadores, que argumentam que os navios estrangeiros estão ameaçando seu sustento pescando nas águas somalis. Após ver o lucro potencial que a atividade oferecia, já que os resgates costumam ser pagos, os chefes militares começaram a facilitar e até mesmo patrocinar estas atividades, dividindo os lucros com os próprios piratas. Na maioria dos seqüestros realizados as vítimas não são machucadas, para que o pagamento dos resgates sejam realizados. Pelo contrário, os seqüestradores tratam bem seus reféns, na esperança de receberem os resgates, a ponto de contratar empresas na costa da Somália que lhes cozinhem pratos que agradem gostos mais "ocidentalizados", como espaguete, peixes grelhados e carnes assadas, e manter um fornecimento constante de cigarros e bebidas alcóolicas das lojas no litoral.

O Governo Federal de Transição fez alguns esforços para combater a pirataria permitindo ocasionalmente que navios estrangeiros entrem em território somali. No entanto, na maioria das vezes os navios estrangeiros que perseguiam piratas eram obrigados a interromper a perseguição sempre que os piratas entravam em águas territoriais somalis. O governo da Puntlândia fez algum progresso no combate à pirataria, evidente por algumas intervenções recentes.

Em junho de 2008, logo após o envio de uma carta do Governo Federal de Transição para o presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas pedindo por ajuda da comunidade internacional em seus esforços para lidar com os atos de pirataria e assaltos armados cometidos contra navios na costa da Somália, uma declaração foi aprovada por unanimidade autorizando as nações que fizerem acordos com o Governo Federal de Transição a entrar em águas territoriais somalis para lidar com os piratas. A medida, promulgada pela França, pelos Estados Unidos e pelo Panamá, tem duração de seis meses. A França, inicialmente, desejava que a resolução abrangesse outras regiões que sofram com problemas de pirataria, como a África Ocidental, porém enfrentou a oposição do Vietnã, da Líbia e, mais importante, da China, que tem poder de veto e desejava que esta autorização de violação de soberania fosse limitada à Somália.

Em 21 de novembro de 2008 a BBC News relatou que a Marinha da Índia teria recebido a aprovação das Nações Unidas para entrar em águas somalis e combater a pirataria.

Presença militar

Navios da frota multinacional Combined Task Force 150.

Diversas nações, membros ou não da OTAN, enviaram navios de guerra para região com o propósito de escoltar os navios comerciais e tentar impedir atos de pirataria.


Em resposta à necessidade cada vez maior de intervenções do navio de guerra INS Tabar, a Índia procurou aumentar sua presença naval no golfo de Áden deslocando para lá o INS Mysore para patrulhar a região. A Somália também adicionou o país à lista de nações que têm a permissão de entrar nas águas territoriais somalis, como esforço para combater a pirataria.


De maneira semelhante, a Rússia optou por deslocar mais navios para o combate aos piratas nas regiões próximas a Somália. O deslocamento de tropas foi anunciado logo depois do Escritório Marítimo Internacional (IMB) ter descrito oficialmente a ameaça dos piratas como "fora de controle".

Encontro da Liga Árabe


Logo após o seqüestro, realizado por piratas somalis, de um navio egípcio e de um gigantesco petroleiro saudita com uma carga de petróleo estimada em 100 milhões de dólares, a Liga Árabe, depois de uma reunião emergencial no Cairo, convocou um encontro urgente entre representantes dos países que são banhados pelo mar Vermelho, incluindo o Egito, a Arábia Saudita, o Sudão, a Jordânia, o Djibuti, o Iêmen e a própria Somália. O encontro tem como intenção encontrar soluções para o problema da pirataria, além de sugerir rotas alternativas e passagens mais seguras para os navios cruzarem a região.

Outro meio de intervenção possível pelas nações árabes do mar Vermelho poderia ser o de auxiliar os atuais esforços anti-pirataria da OTAN e de outras marinhas internacionais na região.

Perfil dos piratas


Piratas somalis, a bordo do
cargueiro "Faina", capturado em
25 de setembro de 2008, no 26° ataque
do ano (fotomontagem).
A maioria dos piratas tem entre 20 e 35 anos de idade, e vem da região da Puntlândia (Puntland), uma área no nordeste da Somália. A Associação dos Navegantes do Leste da África estima que existam pelo menos cinco gangues de piratas, totalizando mil homens armados. De acordo uma reportagem da BBC, os piratas podem ser divididos em três categorias:

- Pescadores locais, considerados os cérebros por trás das operações dos piratas, devido aos seus conhecimentos e habilidades no mar.

- Ex-milicianos, que costumavam lutar para os chefes militares dos clãs locais, utilizados como força bruta.

- Especialistas técnicos, que operam equipamentos de alta tecnologia, como sistemas GPS.

Puntlândia, na Somália.
Dados precisos sobre a situação econômica da Somália são escassos, porém com uma renda per capita estimada a 600 dólares ao ano, o país permanece como um dos mais pobres do mundo. Milhões de somalis dependem de assistência humanitária e em 2008, de acordo com o Banco Mundial, até 73% da população vivia com uma renda diária de menos de dois dólares. O país está envolvido em uma guerra civil desde 1991 e o governo, de facto, é controlado por várias autoridades regionais e grupos que declararam suas respectivas áreas como “territórios autônomos”. Estes fatores, além do aspecto lucrativo de muitas destas operações de seqüestro, atraíram um grande número de jovens para estas gangues de piratas, cuja riqueza e força freqüentemente lhes faz ascender à elite social e econômica local. Segundo um morador de Garoowe citado pela BBC: "Eles têm dinheiro; eles têm poder e eles estão ficando cada vez mais fortes. [...] Eles se casam com as garotas mais bonitas; constroem casas enormes; têm carros novos; novas armas." Já existem impactos negativos do sucesso econômico dos piratas; diversos habitantes reclamaram que a presença de tantos homens armados lhes fazia sentir-se inseguros, e que a maneira como esbanjavam seu dinheiro causava flutuações descontroladas nas taxas de câmbio locais. Outros recriminavam os piratas pelos seus excessos no consumo de álcool e khat. Ainda assim alguns moradores apreciaram o efeito "rejuvenescedor" que a presença dos piratas, gastando dinheiro e se abastecendo na costa local, teria causado naquelas cidades tão empobrecidas - uma presença que freqüentemente lhes significava empregos e oportunidades onde antes não existia nada. Vilarejos inteiros foram, neste processo, transformados em verdadeiras boomtowns (cidades que experimentam um vertiginoso crescimento demográfico exponencial), com proprietários de lojas e outros residentes cada vez mais utilizando suas novas riquezas para consumir artigos até então inacessíveis, como geradores para garantir o fornecimento de energia elétrica por dias a fio - até então um luxo inimaginável.

Os piratas conseguem a maior parte de suas armas do Iêmen, porém grande parte delas vêm de Mogadíscio, a capital da Somália. Os negociantes de armas da capital recebem um depósito de um hawaladar (operadores do hawala, antigo sistema de transferência de dinheiro utilizado na região) em nome dos piratas, e as armas são então encaminhas à Puntlândia, onde os piratas pagam o débito.

Segundo depoimento dos próprios piratas, o dinheiro pago pelos resgates costuma ser pago em sacos de juta, por vezes simplesmente arremessados de helicópteros, ou cuidadosamente embalados em malas à prova d'água e depositados em pequenos esquifes sobre as águas agitadas e infestadas de tubarões. Para autenticar o dinheiro, os piratas usam contadores de cédulas com a mesma tecnologia utilizada em casas de câmbio ao redor do mundo. De acordo com um dos piratas, estas máquinas eram compradas de contatos em Dubai, Djibuti e outros lugares.

Cronologia dos ataques

Os piratas da Somália atacaram dúzias de embarcações, porém apenas uma fração destes ataques resultou num seqüestro bem-sucedido. Entre o início de 2008 e 19 de novembro de 2008 ocorreram 95 ataques, com 39 seqüestros bem-sucedidos. A maior parte destes ataques ocorre no golfo de Áden, porém os piratas somalis ampliaram seu campo de ação, e começaram a atacar navios localizados mais ao sul do oceano Índico, chegando até mesmo à costa do Quênia.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Por que a bandeira da Líbia é verde

A bandeira da Líbia consiste num estandarte monocromático verde. Foi adotada após a revolução do coronel Muammar al-Gaddafi, em Novembro de 1977. É a bandeira nacional mais simples da atualidade, sendo a única monocromática.

A cor verde representa a devoção do povo líbio ao Islamismo. Apenas isso...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

As leis mais estranhas dos Estados Unidos


1. Em Nova York, pular de um prédio é crime, e pode resultar em pena de morte;
2. Também em Nova York, é proibido andar com sorvetes de casquinha dentro da bolsa aos domingos;
3. É proibida a entrada de monstros nos limites urbanos da cidade de Seattle;
4. No estado do Tennessee, é proibido dirigir dormindo;
5. É proibido jogar dominó aos domingos no Alabama;
6. Em Devon, Connecticut, é ilegal andar de costas após o pôr-do-sol;
7. Em Columbia, Pennsylvania, é proibido dormir dentro de congeladores;

8. Em Atlanta, é proibido amarrar girafas junto a postes;
9. É proibido comer em lugares que estejam incendiando no estado de Chicago;
10. No Texas quando dois trens chegarem juntos num cruzamento de vias, ambos devem parar completamente. E nenhum deve seguir adiante até que o outro tenha ido.
11. Em Kentucky, é obrigatório tomar banho pelo menos uma vez durante o ano;

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Terremoto no pacífico mostra experiência do povo indonésio

O Sismo de Sumatra de 2010 de magnitude de 7.7 Mw ocorreu na ilha de Sumatra em 7 de abril de 2010, às 5h15min, hora local (6 de abril de 2010, 22h15min UTC) . Um alerta de tsunami foi emitido de acordo com a Pacific Tsunami Warning Center em Honolulu, mas foi cancelado pelas autoridades horas depois. A província de Sumatra do Norte e Banda Achém estão sem energia elétrica. Nenhuma morte foi relatada até agora. Isso mostra a experiência do povo indonésio em enfrentar tal situação. Desde o século XVIII, quase 30 terremotos ocorreram no país

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Solo americano treme mais uma vez

depois de Haiti e Chile, agora é a vez de México e Estados Unidos.

O Sismo de Baja California de 2010 ocorreu no estado mexicano de Baja California em 4 de Abril de 2010, às 22h40min (UTC). O hipocentro do sismo situou-se a 10 quilômetros de profundidade e o epicentro localizou-se nas coordenadas 32.1° N, 115.3° W, a 60 quilômetros a sudeste da capital do estado, Mexicali, na fronteira com os Estados Unidos da América onde vivem 900 mil habitantes, e a cerca de 175 quilômetros a leste-sudeste de Tijuana, onde o terremoto foi sentido por cerca de 40 segundos, fazendo tremer alguns prédios e provocando o corte de energia elétrica em algumas áreas da cidade.

Inicialmente o Serviço Geológico dos Estados Unidos indicou a magnitude do terremoto como sendo de 6,9, mas posteriormente modificou para 7,2 graus Mw.

Este sismo foi o mais forte registado na região desde 1992, quando outro abalo atingiu uma magnitude de 7,3 na escala de Richter.


E a nossa vez? Não vai chegar? Estamos cada vez mais perto de 2012, certo?

sábado, 27 de março de 2010

Países: Eslovênia

Fazia muito tempo que não trabalhava com posts de países, então vamos voltar em grande estilo e falar de Eslovênia!

O país está localizado no encontro de quatro grandes regiões européias: a região dos Alpes, a dinárica, a panónica e a mediterrânica.

Ao longo da história da Eslovênia, o país fez parte do Império romano, do Império bizantino, da República de Veneza, do Ducado da Carantania (o atual norte esloveno), do Sacro império romano-germânico, da Monarquia de Habsburgo, do Império Austríaco (conhecido mais tarde como Áustria-Hungria), do Estado dos eslovenos, Croatas e Sérvios, do Reino da Iugoslávia e da República Socialista Federativa da Iugoslávia de 1945 até finalmente conquistar sua independência em 1991.

Sua capital é Liubliana, que também é a maior cidade do país. Atualmente, concentra quase um sexto da população da Eslovênia. Faz parte da União Europeia desde 2004, e é também o único ex-país comunista a fazer parte ao mesmo tempo da União Europeia, do Acordo de Schengen, da Área do euro, da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, do Conselho da Europa e da OTAN.

Geografia


Encontram-se na Eslovênia quatro grandes regiões geográficas europeias: os Alpes, a área Dinárica, a planície da Panónia e o Mediterrâneo. O ponto mais elevado da Eslovênia é o monte Triglav (2 864 m) e a altitude média do país é de 557 m acima do nível do mar. Cerca de metade do país (10 124 km²) está coberta por florestas, o que torna a Eslovênia no terceiro país europeu mais florestado, depois da Finlândia e da Suécia. Ainda podem ser encontrados restos das florestas primevas, os maiores dos quais situam-se na área de Kočevje. Pastagens cobrem 5 593 km² do país e prados e jardins 2 471 km². Também existem 363 km² de pomares e 216 km² de vinhedos.

O clima é mediterrânico na costa, alpino nas montanhas e continental com verões entre suaves e quentes e invernos frios nos planaltos e vales do leste do país. As temperaturas médias são de -2 °C em Janeiro e 21 °C em Julho. A precipitação média é de 1000 mm na costa, 3500 mm nos Alpes, 800 mm na região sueste e 1400 mm na Eslovênia central.

Demografia

A população total actualmente é de 2,009,245 habitantes, o que faz da Eslovênia o 145º país mais populoso do mundo.

Com 99 habitantes por quilômetro quadrado, a Eslovênia aparece entre os países europeus de menor densidade populacional (comparada à Holanda, com 320/km², e à Itália com 195/km²). A região de Notranjska-Kras possui a mais baixa densidade populacional, enquanto que a região central eslovena possui a mais alta. 48% da população vive em centros urbanos e 52% em zonas rurais.

Etnicidade

A maioria da população (83,06%) declarou-se eslovena em censo realizado em 2002. A seguir aparecem habitantes declarados como sendo de países da antiga Jugoslávia, como sérvios (1,98%), croatas (1,81%) e bósnios (1.10%).

Idioma

O idioma oficial do país é o Esloveno, que integra o grupo de línguas eslavas. O Húngaro e o Italiano possuem status de língua oficial em algumas regiões de grandes misturas étnicas ao longo das fronteiras com a Itália e a Hungria.

Religião

Eslovenos são, em sua maioria, tradicionalmente Católicos (57.8% de acordo com o censo de 2002). De acordo com a mais recente pesquisa do Eurobarómetro de 2005, 37% dos cidadãos eslovenos responderam que "acreditam na existência de um Deus", 46% responderam que "acreditam na existência de algum tipo de espírito ou força sobrenatural" e 16% que "não acreditam em nenhum tipo de espírito, Deus ou força sobrenatural".

Economia


A moeda vigente na Eslovênia na atualidade é o euro. Até o país passar a integrar a zona da moeda, a oficial era o tolar. A mudança aconteceu em 1 de Janeiro de 2007.

A indústria do país concentra-se principalmente na produção de produtos químicos, componentes de automóveis, produtos metálicos, aparelhos e utensílios elétricos, mobiliário e têxteis.

Enquanto era integrada à Iugoslávia, o sistema econômico tinha como uma de suas principais características o regime social de propriedade. Com a independência em 1991, foi iniciado o processo de transição, priorizando a estabilidade em relação a reformas. Devido a isso, houve um ritmo mais lento para se executarem privatizações.

Desde 1997, o crescimento médio do PIB é de 4,2%. Em 2001, o crescimento foi quase todo ocasionado pelas exportações.

Esportes

A Seleção Eslovena estará na Copa do Mundo de Futebol de 2010. Apesar de sua bandeira nacional ser azul, branca e vermelha, a seleção joga curiosamente de verde. Nas eliminatórias europeias, a seleção venceu heroicamente seleções como Polônia, Eslováquia e Rússia, mas a tendência é de que seja uma seleção coadjuvante, num grupo que ainda tem os Estados Unidos, Inglaterra e Argélia. Nas Olimpíadas de Inverno de 2010, sua principal atleta, Tina Maze, conseguiu duas medalhas de prata no esqui alpino.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Os 10 mairoes terremotos desde 1900

22 de maio de 1960 - Chile: Terremoto de 9,5 graus de magnitude atingiu Santiago e Concepción, causando maremotos e erupções vulcânicas. Quase 5.000 pessoas morreram.




28 de março de 1964 - Alasca: Terremoto de 9,2 graus seguido de tsunami matou 125 pessoas e causou perdas materiais ao valor aproximado de 311 milhões de dólares.



26 de dezembro de 2004 - Indonésia: Tremor de 9,1 graus atingiu a província de Aceh na ilha indonésia de Sumatra, causando um tsunami que matou mais de 226.306 pessoas no Sri Lanka, Tailândia Indonésia e Índia.

4 de novembro de 1952 - Rússia: Terremoto de magnitude 9,0 gerou um tsunami que atingiu as ilhas do Havaí, mas não causou mortes.



27 de fevereiro de 2010 - Chile: Terremoto de 8,8 graus atingiu o Chile, destruindo casas, rodovias e pontes. Mais de 700 pessoas morreram.




31 de janeiro de 1906 - Equador: Terremoto de magnitude 8,8 atingiu a região próximo à costa do Equador e Colômbia, gerando um tsunami que matou até 1.000 pessoas.


4 de fevereiro de 1965 - Alasca: Medindo 8,7 graus, o terremoto gerou um tsunami de aproximadamente 10,7 metros de altura na ilha Shemya.




28 de março de 2005 - Sumatra: Tremor de 8,7 graus próximo a Sumatra matou cerca de 1.300 pessoas na região.



9 de março de 1957 - Alasca: Terremoto de magnitude 8,6 abalou as ilhas Andreanof. O monte Vsevidof, na ilha Umnak, entrou em erupção depois de estar dormente por 200 anos, gerando um tsunami de 15 metros que chegou ao Havaí.




15 de agosto de 1950 - Tibet/Índia: Duas mil casas, templos e mesquitas foram destruídos no terremoto de 8,6 graus. Ao menos 1.500 pessoas morreram na região.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mais um terremoto...agora no Chile

Chile — Um terremoto de 8,8 graus na escala Richter atingiu hoje (27) o Centro-Sul do Chile. Este é o maior tremor registrado no país nos últimos 25 anos. Pelo menos 78 pessoas morreram no tremor, segundo anúncio televisivo feito pela presidente chilena, Michelle Bachelet. As informações são da BBC Brasil.

De acordo com o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS na sigla em inglês), o terremoto teve seu epicentro a 35 quilômetros de profundidade, na região de Bio Bio, a cerca de 320 quilômetros ao sul da capital Santiago e a 91 quilômetros ao norte de Concepción. Horas depois do primeiro tremor, a região foi atingida por um segundo, de magnitude 6,2.

Um alerta de tsunami foi emitido para as zonas costeiras do Chile, Equador e Peru, e depois estendido para a Colômbia, o Panamá, a Costa Rica e a Antártida. De acordo com o centro norte-americano, os efeitos do tremor foram percebidos no mar de Valparaíso, na costa a oeste de Santiago.

A agência meteorológica do Japão também alertou para possíveis tsunamis na região do Pacífico. Bachelet, entretanto, descartou a possibilidade de tsunamis no Chile. Ela disse que é normal que as ondas fiquem mais altas após um terremoto, mas que não há previsão de ondas gigantes.

Na capital chilena, relatos dão conta de que os prédios tremeram entre 10 segundos e 30 segundos. Depois do terremoto, tremores secundários de intensidade variável foram registrados em todo o país, levando as autoridades chilenas a pedir aos moradores que permaneçam em casa.

Há inclusive depoimentos de pessoas que dizem ter sentido os efeitos no Brasil. A Defesa Civil de São Paulo confirmou os relatos, mas disse que não há danos ou vítimas.

Ao convocar uma reunião de emergência, a presidente chilena, que havia planejado com antecedência uma viagem para a região de Bio Bio para hoje, afirmou que equipamentos seriam enviados de Santiago para as províncias do sul para restabelecer as comunicações interrompidas.

O maior terremoto a atingir o país no século passado foi um tremor de magnitude 9,5, registrado na cidade de Valdívia em 1960, deixando 1 655 mortos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Qual é a diferença entre Reino Unido e Grã-Bretanha?

INGLATERRA


É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta!

GRÃ-BRETANHA

É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.









BRETANHA

O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

REINO UNIDO

É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembléias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.

ILHAS BRITÂNICAS

É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda – onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas “grandalhonas”, fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

Fonte: Mundo estranho

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As bandeiras do Reino Unido

Países Soberanos


África do Sul: Esta bandeira foi adotada no período de 1910 até 1928, quando estava sobre domínio britânico.



África do Sul: Esta bandeira foi adotada em 1928, e permaneceu até 1994, quando foi substituída pela bandeira original





Austrália: A estrela de sete pontas é conhecida como Estrela da Federação, pois cada extremidade dela representa um dos seis estados e os territórios do país. O Cruzeiro do Sul, na metade direita da bandeira retrata a passagem sideral número 13 e demonstra que esse conjunto de estrelas pode ser visto em horários diferentes em toda a Austrália.


Canadá: Usado desde 1921 até 1957, quando ainda estava sobre domínio britânico.



Canadá: Usada no período de 1957 até 1955. A única diferença está nas cores das folhas que mudam de verde pra vermelho.



Fiji: Apesar de ser um país independente, as ilhas Fiji ainda adotam a bandeira com o cantão britânico, pelo bem histórico. O brasão é das forças armadas.



Nova Zelândia: Parecidíssima com a da Austrália, mas com diferença nas estrelas, agora vermelhas, que representa a costelação de Crux.


Tuvalu: As ilhas independentes do Tuvalu adotam uma bandeira azul com 9 estrelas amarelas, que representa cada ilha do arquipélago



Dependências


Anguilla: O brasão consite de três golfinhos, que eram parte da bandeira anguilana antiga e representam amizade, sabedoria e força.



Antárdida Britânica: Usada para representar o território do Reino Unido na Antárdida. o brasão também é exclusivo do território britânico



Bermuda: A bandeira do território britânico na América é vermelha com um brasão, que reproduz um leão vermelho, simbolo da Inglaterra, segurando um escudo com o retrato de um naufrágio. O navio naufragado é o Sea Venture (navio do século XVII supostamente inspirador da peça A Tempestade de William Shakespeare). O navio foi propositadamente direcionado contra os recifes das Bermudas pelo Almirante Sir George Somers em 1609, para evitar que se afundasse numa tempestade. Todos os tripulantes sobreviveram, resultando na colonização da ilha.


Ilhas Cayman: Outra bandeira com cantão britânico, como seu brasão de armas




Ilhas Cook: Outra ilha no pacífico; suas estrelas representa cada uma das ilhas.




Ilhas Geórgia e Sandwich do Sul: Território na América do Sul, possui também o brasão de armas, onde é possível ver um pinguim.



Ilhas Malvinas: Outras ilhas na América do Sul, a bandeira possui um brasão de armas no lado direito. Durante as Guerra das Malvinas, a Argentina mudou sua bandeira, mas como foi derrotada pela Inglaterra, a bandeira voltou ao seu desenho original.


Ilhas Pitcairn: Território no Pacífico Sul, assim como as outras bandeiras, possui o seu brasão de armas.



Ilhas Turks e Caicos:  Localizada no Caribe, possui no seu brasão a imagem de uma lagosta e de um cacto.



Ilhas Virgens Britânicas: Outra ilha caribenha. Possui no brasão a Santa Úrsula. As onze lamparinas significam as onze virgens assassinadas com Santa Úrsula pelos Hunos.


Montserrat: Mais um dos territórios britânicos no Caribe. Ela contem a bandeira da União no cantão e do Brasão de armas de Montserrat. Aparecem também Erin, a fêmea personificação da Irlanda, bem como a harpa dourada, outro símbolo da Irlanda.




Niue: território neozelandês, é composta pela Bandeira da União com uma estrela amarela num disco azul no centro da Bandeira da União e quatro estrelas que formam um diamante à volta. É pouco comum uma bandeira baseada nos pavilhões Britânicos, ter não só um campo amarelo, mas também uma alteração da Bandeira da União no cantão.


Oceano Índico Britânico: A palmeira é um símbolo do Território do Oceano Índico. A coroa simboliza a soberania Britânica. A origem ou significado do ondulado das linhas é desconhecida, bem como a sua existência é uma ruptura com a prática tradicional das bandeiras de colônias ou ex-colônias britânicas.


Santa Helena: Seu desenho consiste em um retângulo de proporção comprimento-largura de 2:1. É um pavilhão azul Britânico carregado com o escudo de Santa Helena no batente. A bandeira não é usada nas dependências de Santa Helena. A Ilha de Tristão da Cunha adoptou a sua própria bandeira em Outubro de 2002, e a Ilha de Ascensão usa a Bandeira da União.


Tristão da Cunha: Apesar de pertencer a Santa Helena, possui uma bandeira própria, requerido pelo próprio governador da região.



Estados



Austrália Meridional: Assim como os outros estados australianos, esta bandeira se parece com a bandeira original, com mudanças no escudo, com um pássaro Piping Shrike


Austrália Ocidental: Semelhante à bandeira nacional e à bandeira da Austrália Meridional, com mudança no círculo, que ostenta um cisne.



Colúmbia Britânica: Uma das bandeiras mais difíceis de desnhar, representa o estado canadense de Colúmbia Britânica.




Havaí: Ostentando uma das mais lindas bandeiras com cantão britânico, o estado havaiano é o único estado americano a usar uma bandeira deste tipo



Manitoba: O estado canadense de Manitoba possui uma bandeira semelhante a de Ontário, com diferenças no escudo, que é ligeiramente menor e com um bisão.



Nova Gales do Sul: Estado a leste na Austrália, possui no escudo a estrela de São Jorge, presente na bandeira da Inglaterra, e também um leão dourado



Ontário: A bandeira que representa o estado canadense de Ontário é bastante parecida com a bandeira canadense do século XX, com pequenas mudanças no brasão de armas.


Queensland: Parecida com a de Nova Gales, mas com a estrela de Malta.




Tasmânia: Representa o estado de Tasmânia, com um leão vermelho. Não se sabe o significado



Victória: Representa o estado australiano de Victoria, com o cruzeiro do sul, símbolo da Austrália, e a coroa britânica, símbolo da monarquia.



Antigas bandeiras coloniais

As bandeiras a seguir pertenceram a colônias britânicas, mas não estão em uso atualmente. Todas as bandeiras são azuis ou vermelhas, com brasões de armas criados na épocas. Hoje, esses países são independentes e possuem bandeiras próprias.

América


Canadá





Guiana Britânica







Honduras Britânicas




Santa Lúcia







Trinidad e Tobago



Europa e Ásia


Áden (Iêmen)




Assentamentos Britânicos do Estreito (Cingapura e Malásia)




Birmânia Britânica (Myanmar)




Bornéu do Norte




Ceilão Britânico (Sri Lanka)




Chipre




Cingapura




Hong Kong




Índia Britânica




Palestina



África


África Oriental Britânica




Cabo (África do Sul)




Camarões Britânicos







Costa do Ouro




Niassalândia (Malawi)




Nigéria




Rio Orange (África do Sul)




Rodésia




Rodésia e Niassalândia (atuais Zâmbia, Zimbábue e Malauí)




Rodésia do Norte (atual Zâmbia)




Rodésia do Sul (atual Zimbábue)




Somalilândia Britânica (atual Somália)




Tanganica (parte da atual Tanzânia)




Uganda



Oceania


Ilhas Gilbert e Ellice (atuais Kiribati e Tuvalu)




Papua (parte da atual Papua Nova Guiné)




Nova Guiné (parte da atual Papua Nova Guiné)

iWally