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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Por que o cofrinho é simbolizado por um porco?
Com a “popularização” da moeda em metal, essas ganharam um pote de barro como recipiente doméstico, um ancestral do cofre.
Da mistura, “argila”, “cofre”, “Pigger”, e daquelas provaveis confusões (espingarda de caçar rolinhas com espinafre de caçarolinha) algum oleiro talvez tenha feito esse cofrinho no formato de porco: “pig” em inglês.
Outra, diz que a invenção de usar o porquinho como cofre (designado vulgarmente como porquinho-mealheiro) é atribuída ao engenheiro francês Sebastian la Pestre, do século XVII.
Por esta versão, Pestre teria calculado que em dez anos uma porca pode produzir seis milhões de filhotes e concluiu que este animal representaria bem a idéia de economizar. O dinheiro é de natureza profícua, procriativa.
Pelo raciocínio de Pestre, a simbologia do “cofre de porquinho”, assim surge: quem mata uma porca prenhe destrói toda uma prole até a milésima geração.
Uma outra, diz que no século XVIII, as pessoas guardavam moedas em potes feitos com uma argila chamada pygg. Certa vez, um ceramista não muito familiarizado com o assunto recebeu uma encomenda de algumas peças deste material e imaginou que o cliente queria compartimentos com aparência de pig (porco, em inglês).
Por uma dessas formas, nasceram os cofres em forma de porquinhos, hoje tradicionais em todo o mundo.
Yahoo respostas
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Por que comer dá sono?
Porque o fluxo sanguíneo aumenta na direção do estômago e do intestino, para ajudar no processo da digestão, e o sistema nervoso fica menos irrigado. Com menos sangue chegando, diminui também o transporte de oxigênio. "Quando existe menos oxigênio no cérebro, o organismo entra em estado de falsa hibernação e, por isso, sentimos sono", afirma a nutricionista paulista Vanderli Marchiori.
Essa é a explicação fisiológica clássica, mas, recentemente, uma equipe de cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, apontou outro fator envolvido nessa questão. Eles descobriram um mecanismo pelo qual o cérebro interrompe seu estado de alerta depois que comemos. Segundo os cientistas ingleses, a glicose, o açúcar encontrado nos alimentos, faz com que as células nervosas que nos mantêm alertas parem de emitir sinais para deixar as pessoas acordadas. Quando o corpo humano precisa de combustível - ou seja,comida -, os sinais de alerta são emitidos a todo momento. Mas, quando a fome é saciada, o cérebro pára de mandar tais sinais, daí a moleza que toma conta do corpo. Assim, depois daquela macarronada do domingo, somos dominados por uma vontade irresistível de tirar uma soneca.
Como visto em Mundo Estranho
domingo, 12 de junho de 2011
O que são livros apócrifos?
Os Livros apócrifos (grego: απόκρυφος; latim: apócryphus; português: oculto), também conhecidos como Livros Pseudo-canônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs (ou seja, há livros apócrifos do Antigo Testamento) nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.
O termo "apócrifo" foi cunhado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que, segundo a religião em questão, não foram inspirados por Deus e que não fazem parte de nenhum cânon. São também considerados apócrifos os livros que não fazem parte do cânon da religião que se professa.
A consideração de um livro como apócrifo varia de acordo com a religião. Por exemplo, alguns livros considerados canônicos pelos católicos são considerados apócrifos pelos judeus e pelos evangélicos (protestantes). Alguns destes livros são os inclusos na Septuaginta por razões históricas ou religiosas. A terminologia teológica católica romana/ortodoxa para os mesmos é deuterocanônicos, isto é, os livros que foram reconhecidos como canônicos em um segundo momento (do grego, deutero significando "outro"). Destes fazem parte os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá), Baruc (ou Baruque) e também as adições em Ester e em Daniel - nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.
Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento.
Católicos
Para os alguns teólogos, e para a maioria dos historiadores, os livros do novo testamento, assim como os textos apócrifos, datam de muito tempo após a vida de Jesus, sendo alguns deles escritos mais de 200 anos após a morte e ressurreição, não podendo ser considerados fidedignos, ou seja, nem tudo o que neles fora escrito narra com precisão a verdade.
Os livros apócrifos, foram retirados do Cânon Católico por monstrarem um Cristo diferenciado dos Evangelhos e teologias escolhidos, mostrando-o exclusivamente como Deus, sem as limitações e sentimentos humanos, o que tornaria a passagem pela morte algo fácil, diminuindo assim, o tamanho do Sacrifício realizado pelo Salvador; em outros, entretanto, a imagem de Cristo é excessivamente mundana e em desacordo com a imagem passada pelos quatro evangelhos oficiais.
Muitos textos seculares citam textos Apócrifos, como por exemplo o livro e filme "O Código da Vinci", que utiliza fatos encontrados nestes, para melhorar trama do livro, visto que são poucos os que conhecem, mesmo que parcialmente.
Cristianismo ocidental
No cristianismo ocidental actual existem vários livros considerados apócrifos; nos sínodos realizados ao longo da história esses livros foram banidos do cânon (Livros Sagrados), outros obtiveram uma reconsideração e retornaram à condição de Sagrados (Canônicos). Como exemplo de canonicidade temos a Bíblia (reunião de vários livros).
Os livros Apócrifos são muito estudados actualmente pelos teólogos, porque a sua narrativa ajuda a revelar factos e curiosidades a respeito dos primórdios do cristianismo.
A quantidade de livros
O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É possível contabilizar 113 deles, 52 em relação ao Antigo Testamento e 61 em relação ao Novo. A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros.
O termo "apócrifo" foi cunhado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que, segundo a religião em questão, não foram inspirados por Deus e que não fazem parte de nenhum cânon. São também considerados apócrifos os livros que não fazem parte do cânon da religião que se professa.
A consideração de um livro como apócrifo varia de acordo com a religião. Por exemplo, alguns livros considerados canônicos pelos católicos são considerados apócrifos pelos judeus e pelos evangélicos (protestantes). Alguns destes livros são os inclusos na Septuaginta por razões históricas ou religiosas. A terminologia teológica católica romana/ortodoxa para os mesmos é deuterocanônicos, isto é, os livros que foram reconhecidos como canônicos em um segundo momento (do grego, deutero significando "outro"). Destes fazem parte os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá), Baruc (ou Baruque) e também as adições em Ester e em Daniel - nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.
Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento.
Católicos
Para os alguns teólogos, e para a maioria dos historiadores, os livros do novo testamento, assim como os textos apócrifos, datam de muito tempo após a vida de Jesus, sendo alguns deles escritos mais de 200 anos após a morte e ressurreição, não podendo ser considerados fidedignos, ou seja, nem tudo o que neles fora escrito narra com precisão a verdade.
Os livros apócrifos, foram retirados do Cânon Católico por monstrarem um Cristo diferenciado dos Evangelhos e teologias escolhidos, mostrando-o exclusivamente como Deus, sem as limitações e sentimentos humanos, o que tornaria a passagem pela morte algo fácil, diminuindo assim, o tamanho do Sacrifício realizado pelo Salvador; em outros, entretanto, a imagem de Cristo é excessivamente mundana e em desacordo com a imagem passada pelos quatro evangelhos oficiais.
Muitos textos seculares citam textos Apócrifos, como por exemplo o livro e filme "O Código da Vinci", que utiliza fatos encontrados nestes, para melhorar trama do livro, visto que são poucos os que conhecem, mesmo que parcialmente.
Cristianismo ocidental
No cristianismo ocidental actual existem vários livros considerados apócrifos; nos sínodos realizados ao longo da história esses livros foram banidos do cânon (Livros Sagrados), outros obtiveram uma reconsideração e retornaram à condição de Sagrados (Canônicos). Como exemplo de canonicidade temos a Bíblia (reunião de vários livros).
Os livros Apócrifos são muito estudados actualmente pelos teólogos, porque a sua narrativa ajuda a revelar factos e curiosidades a respeito dos primórdios do cristianismo.
A quantidade de livros
O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É possível contabilizar 113 deles, 52 em relação ao Antigo Testamento e 61 em relação ao Novo. A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros.
domingo, 29 de maio de 2011
De onde vêm: "fulano", "beltrano", "sicrano"
Cada um tem uma origem diferente! "Fulano" vem do árabe fulân, que significa "tal". Com o domínio árabe sobre a península Ibérica durante a Idade Média, a língua influenciou os vocabulários espanhol e português. Por volta do século 13, os espanhóis usavam "fulano" como pronome: fulana casa (tal casa), fulano sujeito (tal sujeito). No português, "fulano" virou substantivo, e até derivou para a forma "fuão" em Portugal. "Beltrano" vem do nome próprio Beltrão, ou Beltrand, de origem francesa, que se popularizou graças às novelas de cavalaria da era medieval. O nome acabou levando a terminação "ano" influenciada pelo "fulano", que a essa época já estava na boca do povo. A origem de "sicrano" é mais difícil de precisar. O termo surgiu quando fulano e beltrano já estavam consolidados na língua portuguesa. Há três hipóteses para a origem: "sicra" pode tanto se tratar de um derivado da palavra securu, do latim, do desfiguramento de um nome próprio ou ainda de uma mistura de zutano e citano - equivalentes a "fulano" e "beltrano" em espanhol.
Mundo Estranho
Mundo Estranho
domingo, 22 de maio de 2011
Vídeos do Youtube que nunca foram assistidos!
Acredite, eles existem. E não é tão difícil de achar. Eu não achei apenas um vídeo, achei um canal cheio de vídeos que nunca foram assistidos. O canal é o "MissionChevrolet". O vídeo que eu fui o primeiro a assistir é esse:
Vejas os prints (Coletados na manhã do dia 22/05/2011)
Não é difícil encontrar vídeos com nenhuma vizualização ou pouco vistos. Para tentar achar, use números ou letras aleatória para procurar vídeo. Há até um site especializado nisso. Este site é o 0 views. Curiosamente, nehum desses vídeos que eu achei estão lá.
Vejas os prints (Coletados na manhã do dia 22/05/2011)
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| Clique para ampliar |
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Não é difícil encontrar vídeos com nenhuma vizualização ou pouco vistos. Para tentar achar, use números ou letras aleatória para procurar vídeo. Há até um site especializado nisso. Este site é o 0 views. Curiosamente, nehum desses vídeos que eu achei estão lá.
sábado, 12 de março de 2011
O que é remela?
Remela é o ressecamento do líquido que compõe a lágrima. Ela é formada durante o sono, quando as lágrimas se acumulam nos cantos dos olhos fechados. Com a evaporação da parte líquida, resta uma fusão da parte gordurosa da lágrima e sujeira.
Na Grécia antiga, a abundância de remela denotava um grande apetite sexual e era um sinal de fertilidade, e, portanto, era comum que os gregos não lavassem o rosto. Essa prática, entretanto, foi sendo deixada de lado, pois as grandes quantidades de remela entupiam o canal lacrimal, podendo inflamar o duto, ou a famosa lacrimopatia obstrutiva crônica. Há relatos de cegueira causada por esse acúmulo de remela ainda em países subdesenvolvidos e em comunidades primitivas, como algumas tribos indígenas da Amazônia, ainda que o registro desses casos seja precário devido ao pouco contato da medicina ocidental com essas sociedades.
Na Grécia antiga, a abundância de remela denotava um grande apetite sexual e era um sinal de fertilidade, e, portanto, era comum que os gregos não lavassem o rosto. Essa prática, entretanto, foi sendo deixada de lado, pois as grandes quantidades de remela entupiam o canal lacrimal, podendo inflamar o duto, ou a famosa lacrimopatia obstrutiva crônica. Há relatos de cegueira causada por esse acúmulo de remela ainda em países subdesenvolvidos e em comunidades primitivas, como algumas tribos indígenas da Amazônia, ainda que o registro desses casos seja precário devido ao pouco contato da medicina ocidental com essas sociedades.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Qual é a origem do carnaval
Nem só de ziriguidum e telecoteco foi feito o Carnaval durante os séculos de história. A festa mais popular no Brasil, na verdade, teve início há milhares de anos na Antiguidade. Mas se não tinha samba e nem mulatas na avenida, a folia sempre estava presente entre hebreus, romanos e gregos. Eram grandes festejos pagãos, cheios de comida e bebida, para comemorar colheitas e louvar divindades e ocorriam entre novembro e dezembro.
Na Idade Média, a Igreja decidiu incorporar as antigas festividades ao seu calendário. O Carnaval então passou a corresponder aos últimos dias antes das limitações impostas pela Quaresma (os famosos 40 dias sem carne até a Páscoa). Era a última chance de ter o prazer de um suculento bife antes das privações até a Sexta-feira Santa. A festa foi se desenvolvendo e, no século 13, começaram a surgir os bailes de máscara, principalmente na Itália. Eram as primeiras fantasias de Carnaval, totalmente restritas à nobreza.
A partir do século 19, as máscaras e fantasias se popularizaram e fizeram parte das festas por toda a Europa. Os personagens que mais davam o que falar eram o Pierrô, o Arlequim e a Colombina (da commedia dell’arte italiana), presentes ainda hoje na festa popular.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O que é "bunda"
O termo popular "bunda", usado como sinônimo de nádegas, foi originado a partir de ovimbundos, uma etnia de Angola, integrante do grande grupo de etnias bantu. Desde os tempos da escravidão africana promovida por Portugal, as mulheres ovimbundas já eram notáveis pela sua elegância e beleza física. Seu nome foi, então, simplificado: "bundas", e, posteriormente, este termo foi atribuído às suas exuberantes e fartas nádegas, a despeito daquelas europeias e ameríndias. Por fim, o nome ganhou uso mais genérico, sendo, hoje, referimento às nádegas de qualquer indivíduo, não obstante seu sexo, ou etnia. As nádegas na verdade fazem parte do instinto humano de reprodução.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Nova camisa da Seleção Brasileira de Futebol vaza
A Nike ainda não lançou a camisa, mas o modelo já foi aprovada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e será usada no amistoso contra a França, em fevereiro. O lançamento é só no final deste mês, mas já está disponível na Austrália. O uniforme é controverso porque tem uma faixa verde na altura do peito, algo inédito para o uniforme. O novo design deve durar até 2014, quando a Nike tradicionalmente lança novos uniformes antes da Copa do Mundo. A nova camisa pode ser usada em competições como a Copa América de 2011, que será na Argentina, Os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres e a Copa das Confederações de 2013, aqui no Brasil.
Crédito da imagem: Site oficial/ Nike Austrália/ESPN Brasil
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Qual estádio possui o maior telão do mundo?
Cowboys Stadium
O estádio é de propriedade dos Dallas Cowboys. O telão possui 49 metros de largura por 22 metros de altura. O custo total para erguer o estádio girou em torno de 1,3 bilhões de dólares.
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
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