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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Quanto tempo dura um McLanche Feliz?

Seis meses? hambúrgueres sintéticos?


sábado, 28 de agosto de 2010

Mundo das Marcas: Dia do Bic Mac (Mcdonald's)

MCDONALD’S é sinônimo de Fast Food. A maior rede deste tipo de alimentação é um dos símbolos do capitalismo e do estilo de vida americano no mundo. Contestada. Odiada. Alvo de inúmeros protestos. Nada disso parece abalar seu domínio no mundo. A marca se tornou tão conhecida que a prestigiosa revista The Economist utiliza seu principal sanduíche, o Big Mac, para fazer comparações do poder de compra entre os países. O MCDONALD’S pode até desaparecer algum dia, mas sua cultura estará implantada para sempre.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Motorola DynaTAC

DynaTAC foi uma série de telemóveis lançados pela Motorola entre os anos de 1983 e 1994, sendo os primeiros celulares a serem lançados pela Motorola. Foi sucedida pela Motorola MicroTAC com modelos menores e mais baratos.

Telefones



DynaTAC 8000x

O Motorola DynaTAC 8000X foi o primeiro telefone celular a ser aprovado pelo FCC, que autorizou o serviço de telefonia celular nos Estados Unidos em 1983. O primeiro DynaTAC foi inventado por Martin Cooper, e o modelo 8000X foi produzido pela Motorola a partir de 1983, tornando-se o primeiro telefone celular da história disponível comercialmente.


O DynaTAC 8000X media cerca de 33 cm de altura, 4,5 cm de largura e 8,9 cm de espessura. Pesava 794 gramas, era capaz de memorizar até 30 números e possuía autonomia de 8 horas em modo de espera e uma hora de conversação. O telefone custava à época de seu lançamento 3995 dólares (8598 dólares, em valores atualizados para 2009).


Possuía uma tela de LED e uma bateria relativamente grande, em forma de caixa. Funcionava na rede analógica, ou seja, NMT, tendo sido descontinuado apenas em 1994.

domingo, 18 de abril de 2010

M&Ms



O segmento de confeitos não seria o mesmo sem a marca M&M’s, bolinhas de chocolate envoltas em casquinhas coloridas. Apoiada em um eficiente marketing, a marca conseguiu popularizar seu produto, fazendo de seus falantes personagens, que parecem ter alma, tão conhecidos e famosos quanto Mickey Mouse. Uma alegria que contagia até mesmo quem não gosta dessas guloseimas deliciosas.
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A história
Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola? A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Mars encontrou soldados que estavam comendo pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado por essa idéia voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva para o M&M’s, recebendo a patente de seus confeitos no dia 3 de março de 1941. Vendido ao público pela primeira vez ainda neste ano, os confeitos M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que estavam servindo na Segunda Guerra Mundial. Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem viagens sob qualquer clima. O nome M&M’s surgiu de “Mars & Murrie” (pois o parceiro de negócios de Forrest Mars era Bruce Murrie). Os confeitos foram lançados inicialmente em sete cores originais: marrom, amarelo, vermelho, laranja, verde e violeta.
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-O produto logo virou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda não era muito encontrado em lojas, casas e automóveis e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um problema no verão. Mas os M&M's não derretiam por causa de seu revestimento e podiam ser comercializados o ano inteiro. No final desta década, os M&M’s foram trazidos em abundância para o público em geral, que deu a eles uma excelente recepção. Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho marrom de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo dourado. E foi somente nesta década, em 1950, que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”, mudando para cor branca, como nos dias de hoje, em 1954. Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.
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-Com o advento da televisão nesta década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano, e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas. Com a estréia oficial de seus coloridos personagens na televisão, e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca se popularizou pelo país inteiro. Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Neste mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e amarelo, que foram adicionados em 1960 a cor marrom já existente.--Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’S ganharam 10% a mais de peso sem ter seu preço aumentado, em uma promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’S”. Foi neste mesmo ano que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos M&M’S foi lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia e Reino Unido. Em 1981, o produto foi escolhido pelos astronautas do primeiro ônibus espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa. Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); e vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
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-O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Em 1996, ocorreu o lançamento dos famosos personagens na Internet, com a criação do “M&M’S Studios” (www.m-ms.com). Os visitantes da página, uma espécie de site-paródia de um estúdio de Hollywood, tinham a oportunidade de mergulhar no mundo de estrelas e brilho dos personagens da marca. Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’S Chocolate ao Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate ao Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha fazendo toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo.--A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma votação que envolveu consumidores de 200 países. Em junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos flutuavam na cabine. Recentemente a renomada revista BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo de 2008 e em primeiro lugar aparecem os chocolates M&M´S.--A linha do tempo1954
M&M’S Peanut Chocolate (identificado pelo saquinho de cor amarela), a versão feita de Amendoim.
1988
M&M’S Almond Chocolate (identificado pelo saquinho de cor bege), a versão feita de amêndoas, que foi lançada inicialmente como um produto sazonal. Devido ao enorme sucesso, o produto passou a integrar oficialmente a linha de produtos M&M’S em 1992.
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1990
M&M’S Peanut Butter Chocolate (identificado pelo saquinho de cor vermelha), a versão feita com manteiga de amendoim.
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1995
M&M’S MINIS Chocolate Baking Bits, adicionando uma alegria colorida de chocolate ao mundo da culinária, sendo ideal para decorar bolos, tortas e outras guloseimas deliciosas como sorvetes.
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1996
M&M’S MINIS Chocolate, a versão menor dos confeitos, vendida em tubos de plásticos, contendo cerca de 100 unidades, com tampa em seis cores diferentes.
M&M’S COLORWORKS, um caleidoscópio com mais de 20 brilhantes e coloridos M&M’S. Os amantes dos confeitos podiam criar, pela primeira vez, sua própria mistura de cor personalizada, adicionando sua cor particular a cada ocasião especial.
1997
Inauguração da M&M’S WORLD, a primeira loja temática da marca na cidade de Las Vegas.
1999
M&M’S Crispy (identificado pelo saquinho de cor azul), a versão crocante e maior do M&M’S. A resposta ao novo produto foi impressionante. M&M'S Cookie Ice Cream Sandwich, sanduíche de cookies recheado com sorvete e confeitos M&M’S.
2000
Megatubos M&M’S MINIS, primeiro produto tamanho enorme (king-size) de chocolate para crianças.
● Lançado nacionalmente nos Estados Unidos do M&M'S Brownie Ice Cream Sandwich, um brownie recheado com sorvete e confeitos M&M’S.
2001
M&M’S Ice Cream Cones, sorvetes em casquinhas da marca.
2004
Introdução do My M&M’S Milk Chocolate, onde os consumidores poderiam colocar mensagens nos confeitos escolhendo entre 21 cores diferentes, sendo que 17 delas podiam ser personalizadas. As frases mais escolhidas para serem gravadas foram “I Love You” (eu te amo) e “Marry Me” (case-se comigo). A mensagem vinha gravada de um lado e o tradicional “M” no outro.
2005
Mega M&M’S, confeitos 65% maiores, na versão normal, e 45% na versão amendoim, com seis novas cores. Esta versão havia sido lançada no ano anterior com o nome de “Ogre-Sized M&M’s” para promover o filme Shrek 2.
2006
Lançado oficialmente o M&M’S Dark Chocolate (identificado pelo saquinho de cor roxa), a versão feita com chocolate amargo. O produto havia sido lançado um ano antes em uma promoção do filme “Star Wars: Episode III, Revenge of the Sith”. A versão com amendoim também foi introduzida este ano.
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- M&M’S White Chocolate Pirate Pearls, a primeira versão feita com chocolate branco, lançada por tempo limitado, á princípio, em conjunto com a Walt Disney World para promover o filme “Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest”.
2007
M&M’S Razzberry, versão do tradicional do confeito com sabor de framboesa lançado em edição limitada.
2008
M&M’S Wildly Cherry, versão do confeito com sabor cereja, lançado em edição limitada no mês de fevereiro.
M&M’S Mint Crisp, versão crocante com menta, lançado em edição especial para promover o filme “Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull”.
Lançamento de uma linha de chocolate Premium nos Estados Unidos chamada M&M'S Premiums. O produto chegou às prateleiras em cinco sabores (mint chocolate, mocha, triple chocolate, raspberry almond e chocolate almond) e em uma embalagem que traz uma pequena janela mostrando os confeitos de chocolate, que não possuem a casca açucarada.
M&M’S Ice Cream Treats, sorvete de palito no sabor de baunilha coberta com uma casca de chocolate no formato dos confeitos, disponível nas cores vermelha, verde e azul.
Durante o Dia dos Namorados é lançada uma edição especial totalmente verde, pois uma lenda urbana americana diz que os M&M’S verdes são afrodisíacos.
2009
Lançamento, no mês de fevereiro, da promoção “M&M’S Color Break-Up”, onde os confeitos eram vendidos em saquinhos contendo uma só cor dos tradicionais M&M’S.
Lançamento no Brasil de duas novidades para a Páscoa: o M&M'S Gigante, um confeito gigante de plástico, disponível nas cores vermelho e amarelo, que contém uma caixa de M&M'S chocolate ao leite com 104g; e o M&M'S Ovinhos de Chocolate (em edição limitada), decorados com as cores da Páscoa e preparados com uma receita diferenciada de chocolate ao leite.
Lançamento da edição limitada M&M's Coconut, o tradicional confeito com sabor de coco.
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Lojas coloridas
Em 1997 os personagens multicoloridos M&M’s transcenderam o mundo das embalagens dos confeitos de chocolate para praticamente ganharem vida com a inauguração da M&M’s World, primeira loja temática da marca localizada na cidade de Las Vegas, estado americano de Nevada. A enorme loja de quatro andares, além de vender produtos da marca M&M’s, tinha atrações imperdíveis como um filme em 3D de 7 minutos de duração que narrava a aventura da confecção do chocolate M&M’s chamado “Vermelho perde um“, e uma enorme réplica de um automóvel da categoria Nascar, espécie de stock-car americano, pintado nas cores e com os personagens da marca.
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Esta experiência comercial única apresentava todas as cores e a alegria dos personagens com um merchandising todo especial da marca, comercializando desde camisetas, cuecas e jaquetas até vestidos, acessórios para animais de estimação, brinquedos, utensílio domésticos, joalheria e mobília de design diferenciado. Em 2002, foi a vez de um dos endereços mais famosos do mundo, a badalada e moderna Times Square em Nova York, ganhar sua M&M’s World. Com mais de 2.000 metros quadrados repletos de todo tipo de produto da marca, a enorme loja de três andares vangloria-se de ter a maior exposição de M&M’S do mundo com a My Color Wall (a maior parede de chocolate do mundo, formada por cilindros de M&M’S, separados nas mais variadas cores possíveis, muitas delas não encontradas no produto tradicional), possibilitando aos clientes se divertirem preparando seus saquinhos do famoso confeito com uma enorme variedade de cores a sua disposição.
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Hoje em dia, crianças e adultos fazem fila para analisar a cor de seu humor em um sensor, localizado no segundo andar, onde também é possível ver a enorme personagem verde, de mais de seis metros de altura, caracterizada de Estátua da Liberdade. Mais recentemente, em 2006, foi inaugurada a terceira loja no moderno shopping Florida Mall na cidade de Orlando, estado da Flórida, onde bonecos gigantes dos personagens fazem pose para fotos e dão autógrafos para alegria da criançada.
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As loja estão repletas de produtos (4.000 ao todo) relacionados aos famosos confeitos de chocolate, como camisetas, canecas, mochilas, bonecos de pelúcia, brinquedos, roupas, chaveiros e claro, chocolate MUITO chocolat, proporcionando uma imersão total no mundo dos M&M’s. Suas três lojas são um mundo todo feito de bolinhas coloridas. Aliás, esse é o lema da marca: chocolate em cores é muito mais legal.
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Os coloridos personagensEm 1954, os universalmente amados personagens e o famoso slogan “M&M’s melt in your mouth, not in your hand” (O chocolate que derrete em sua boca, não em sua mão) debutaram no primeiro comercial de televisão da marca. Surgiam assim os personagens “Vermelho” e “Amarelo”. Doze anos mais tarde ocorreu a primeira aparição destes personagens nas embalagens do produto, reforçando o apelo da marca, pois eles tornaram-se cada vez mais conhecidos através de anúncios em revistas e na televisão. Em 1995, mais de meio século depois dos confeitos terem aparecido, os consumidores de toda a América do Norte ajudaram a escrever um novo capítulo na história da marca. Um super evento de marketing solicitou aos americanos que votassem, através do telefone 1-800-FUN-COLOR, na nova cor que apareceria na tradicional mistura de M&M’s. A escolha incluía o azul, o rosa, a púrpura ou nenhuma cor. O azul conquistou uma vitória esmagadora, com 54% dos mais de 10 milhões de votos depositados, surgindo assim o personagem Azul. O ano de 1996 será lembrado por muitos fatos positivos. A campanha de propaganda da marca utilizando os personagens subiu como um foguete para a primeira posição entre mais de 60 campanhas avaliadas pelo jornal americano USA Today.
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Em 1997, o primeiro personagem feminino debutou no mercado: era a cor verde (batizada de Ms. Green), que pela primeira vez ganhava ares e características femininas. Essa multifacetada mulher dos anos 90 estrelou um grande número de comerciais populares. A personagem viajou pelos Estados Unidos promovendo a sua autobiografia, “Não Derreto para Ninguém” (Melt For No One), e rapidamente alcançou o mesmo status de celebridade de seus colegas masculinos.-
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Os personagens tornaram-se um sucesso entre os consumidores ultrapassando em popularidade Mickey Mouse e Bart Simpson (Fonte: Marketing Evaluation, Inc.). No início de 1998, os personagens, que adoram microfones e luzes, se auto-proclamaram “Doces Porta-Vozes Oficiais do Novo Milênio”. Como MM significa 2000 em numeração romana, a marca era a única a poder fazer a associação. E, em novembro desse ano, eles estrearam o primeiro longa-metragem da marca, quando a nova sala de filmes 3D abriu na loja M&M’S WORLD em Las Vegas. O personagem Laranja foi adicionado a este colorida turma no ano de 1999, como porta-voz do M&M’S Crispy.-
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A marca ainda possui os maluquinhos personagens do M&M’S Minis, uma turminha agitada que surgiu em meados da década de 90.-
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Chocolate Is Better In Color
Uma das promoções mais sensacionais e surpreendentes da marca, denominada Great Color Quest, ocorreu na virada do ano de 2003. Os personagens Vermelho e Amarelo estavam comemorando a passagem de ano no programa “Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve”, transmitido ao vivo pela rede ABC, quando no primeiro minuto de 2004, inexplicavelmente, todos os personagens e os M&M’S perderam suas cores vibrantes. Durante dois meses e meio de M&M’s preto e branco, todos se perguntavam se as cores iriam voltar e o que havia acontecido. Milhares de consumidores compraram os 37 milhões de saquinhos de M&M’s para encontrar a seis cores tradicionais do produto. Até que no dia 11 de março, em uma grande celebração na cidade de Los Angeles, a M&M’S anunciou que as cores voltariam, lançando o slogan “Chocolate is Better in Color!”. Os seis consumidores que acharam os M&M’s coloridos durante a promoção receberam o prêmio de US$ 20.000, uma viagem para quatro pessoas para a cidade de Los Angeles e um Volkswagen New Beetle conversível exatamente na cor do M&M’s achado pelo participante.-
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No Brasil a M&M’s também ousou com uma ação realizada, de maio a dezembro de 2008, ao transformar a rede de cinemas Kinoplex Itaim, em São Paulo, em um mundo colorido. A iniciativa incluiu um painel interativo (ativado quando detecta a aproximação de alguém), veiculação de vinhetas antes dos filmes e a participação dos personagens, Vermelho e Amarelo, em cada sessão, com duas poltronas reservadas na primeira fila. A intervenção passou pela bomboniére, decoração (os personagens viraram estampa do balcão e, no caminho para as salas do piso superior, indicavam a entrada para os filmes), móveis (os tampos das mesas tinham a feição dos personagens Vermelho e Amarelo, e os pufes, o “M” e as cores dos confeitos) até as poltronas da sala 6, a principal, caracterizadas com elementos da marca (cobertas com capas das cores dos confeitos). Além da ambientação, o cinema Itaim serviu como um teste para a venda de M&M’S a granel e separados por cor. A ação fez tanto sucesso que a marca manteve a promoção para o ano de 2009, estendendo também para o Cinemark do Shopping Eldorado, também na capital paulista.-
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A marca e a NASCAR
A associação da marca com a NASCAR, categoria de automobilismo mais popular dos Estados Unidos, começou em 1999 quando o piloto Ernie Irvan, que já era patrocinado pela empresa MARS, proprietária da marca M&M’S, disputou uma corrida com o carro pintado tematicamente com símbolos e personagens M&M’S para comemorar a inauguração da primeira loja M&M’S World na cidade de Las Vegas. O sucesso foi tanto que a marca continuou a parceria com o piloto Ken Schrader.
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Em 2006 a marca expandiu sua parceria tornando-se patrocinadora oficial da categoria. Atualmente a marca patrocina a escuderia Joe Gibbs Racing (JGR) e o piloto Kyle Busch.
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Dados corporativos● Origem: Estados Unidos
● Lançamento: 1941
● Criador:
Forrest Mars Sr.● Sede: McLean, Virginia● Proprietário da marca: Mars Incorporated● Capital aberto: Não
● Chairman:
John Mars● Presidente: Paul Michaels
● Faturamento: US$ 2.7 bilhões (estimado)
● Lojas: 3
● Presença global:
100 países● Presença no Brasil: Sim● Produção: 146 bilhões confeitos● Segmento: Confeitos● Principais produtos: Confeitos de chocolate, amendoim e amêndoa; sorvetes● Ícones: Os coloridos personagen● Slogan: There's a M in Everyone. Find Yours.
● Website:
www.m-ms.com
-A marca no mundoOs produtos da M&M's são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta. Existem 3 lojas M&M’S World localizadas nas cidades de Las Vegas, Orlando e Nova York. Somente nos Estados Unidos, a marca gera US$ 2 bilhões em vendas, sendo líder em sua categoria com 50% a mais do que o principal concorrente. São produzidos anualmente cerca de 146 bilhões de confeitos, uma média de 400 milhões por dia. Atualmente o produto poder ser encontrado em 9 versões como o original, o crocante, em miniaturas, com amendoim, com amendoim e manteiga, com amêndoa, meio amargo, entre outros.
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Você sabia?

Cada saquinho tradicional de M&M’S, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).-Mundo das Marcas Última atualização em 20/8/2009

domingo, 11 de abril de 2010

Série Comerciais memoráveis: Carros

Neste capítulo serão mostrados comerciais de 4 carros clássicos: Volkswagen Fusca, Ford Escort, Fiat 147 e Chevrolet Monza. Meus parabéns aos respectivos donos dos vídeos que conseguiram recuperar tais vídeos, sonhoreturn e autobr







domingo, 4 de abril de 2010

Série Comerciais memoráveis: Parmalat

Quem não lembra dos mamíferos da parmalat? Hoje eles estão crescidos, com quase 18 anos ou isso, mas suas atuações enquanto mirins marcaram a era de ouro da Parmalat, quando a empresa patrocinava times como Parma, Palmeiras e Juventude e se tornava ao mesmo tempo uma das maiores empresas de laticínio do mundo.




sexta-feira, 2 de abril de 2010

Série Comerciais memoráveis: Cofap


Eu nunca tive a oportunidade de assistir a esses comerciais. Quem dera, eles foram exibidos na década de 80, mas continuam na memória brasileira da geração de 1970. O cãozinho mascote, da raça Dachshund, também chamado "linguicinha", ficou mais conhecido do público brasileiro graças à uma série de propagandas feitas pela agência W/Brasil para a empresa Cofap, que vendia suspensões para automóveis. As propagandas, que foram exibidas de 1989 a 1993, usavam um grande apelo emocional, mostrando o cãozinho em diversas situações (geralmente ajudando a família).

A primeira propaganda mostrava o cão e o produto comercializado (suspensão automotiva), devido às suas semelhanças. Depois disso, a agência investiu mais no conceito da propaganda. Uma mostrava-o tentando impedir que a família viajasse por causa dos amortecedores vencidos, se deitando na frente do carro. Também havia outra propaganda com o Dachshund descendo uma rua em um carrinho de rolimã. O slogan publicitário era: "o melhor amigo do carro e do dono do carro". A propaganda ganhou vários prêmios como no festival de Cannes.

Com isso o Dachshund caiu na cultura popular, passando a ser também conhecido também como "cofap" (talvez também por causa da dificuldade de se pronunciar Dachshund em português), e até hoje as pessoas se referem à raça por este nome.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Desciclopédia: o Wikipédia pelo avesso



O Desciclopédia é um projeto da Wikimedia Foundation. Diferente da Wikipédia, seus artigos são escritos de maneira sarcástica, pejorativa e com humor negro.

A versão inglesa, batizada de Uncyclopedia foi lançada em janeiro de 2005, e a versão portuguesa em 7 de agosto de 2005 (mesma data de meu aniversário...), e hoje possui mais de 20.000 artigos, sendo apenas superada pela Uncyclopedia, a versão "original".

Ao contrário da Wikipédia, o Desciclopédia não estabelece regras de uso de imagens, portanto, podemos ver cenas de nudez e sexo, o que faz com que o site não seja recomendado para menores de 16 anos, mas é impossível evitar que menores façam isso, pois algum deles são visitantes frequentes  e até editores.

Na desciclopédia em português, são feitas piadas com pessoas famosas de ontem e de hoje, e até são usadas escalas de "Inteligência" e de "Viadagem".

Por isso e por muitas outras coisas, o site não é recomendável para pesquisas escolares e informações verdadeiras, apenas para humor.

domingo, 27 de setembro de 2009

Nike






“If you have a body, you are an athlete”. Pode parecer um exagero, mas não é. É verdade. Mesmo você, que não faz exercício físico, sabe disso. Já se você faz qualquer atividade física, sabe melhor do que ninguém que a afirmação é rigorosamente verdadeira. Seja como for, mais que uma simples frase, ela é a síntese da missão da NIKE que há mais de 30 anos produzia tênis e hoje fabrica desejos. Quem os compra, leva de brinde todo um ideal de vitória. Mesmo que não ganhe uma medalha sequer, em qualquer competição esportiva. Tênis e uma centena de outros produtos são apenas um endosso. Seu logotipo, que não carrega mais o nome da empresa há anos, dispensa explicações. Talvez seja a mais contundente e representativa síntese gráfica de uma marca. Nenhuma outra marca ligada aos esportes voou tão alto, nas asas de sua originalidade e relação com seus consumidores. O slogan “Just do it” passa idéia de simplicidade. Mas não é tão fácil assim inovar e se manter no topo por tanto tempo. No entanto, é o que a NIKE faz. E há décadas. NIKE é um mito que patrocina mitos.










A história



A idéia de criar a NIKE surgiu de um projeto de MBA de Phil Knight, um ex-atleta de corridas de média distância da universidade de Oregon, enquanto este freqüentava o curso de gestão administrativa da universidade de Standford. Ele acreditava que, ao importar tênis que eram fabricados no Japão, utilizando mão-de-obra barata, poderia conquistar uma parcela de mercado da marca alemã Adidas. Começou então pelos tênis de atletismo. Em 1962 foi ao Japão negociar com a marca Tiger a importação e representação de tênis para atletismo, com o objetivo de introduzi-los no mercado americano, que até aquele momento era dominado por marcas alemãs. No ano seguinte a primeira remessa de 200 pares do modelo Cortez chegava a cidade de Portland, no Oregon, costa oeste dos Estados Unidos, em nome da empresa Blue Ribbon Sports, que Phil Knight e Bill Bowerman, seu treinador de atletismo na universidade de Oregon, haviam criado. Bill prontamente modificou o modelo, incorporando ao tênis a primeira entressola completamente acolchoada, inovação radical para a época. O tênis caiu no gosto do público, e o Cortez tornou-se o modelo da Tiger mais vendido em 1968. Ambos sentiram a necessidade de um tênis que pudesse contribuir para a melhoria da performance do atleta. Bowerman decidiu então testar um solado de forma inusitada, mas que acabou dando certo: despejou borracha na chapa de waffles da esposa para criar um solado melhor, mais leve e durável. Surgia então um tênis com uma sola leve e ondulada, considerada revolucionária para a época. Começaram então a produzirem seus próprios tênis. Esta parceria não poderia ser melhor, além de grandes amigos, ambos entendiam do negócio que estavam começando. Enquanto Phil vendia os tênis no porta-malas de seu carro nas competições de atletismo, Bill cuidava do desenvolvimento e design de novos modelos. A partir daqui a tecnologia ligada ao esporte nunca mais seria a mesma. Mas os novos tênis precisavam de uma marca.







E isto aconteceu no ano de 1971, quando a jovem estudante de design gráfico, Carolyn Davidson, criou por míseros US$ 35 o famoso símbolo da marca, chamado Swoosh. O nome Nike surgiu logo depois e foi por sugestão de Jeff Johnson, ex-rival de Phil nas pistas de atletismo e primeiro funcionário da Blue Ribbon Sports, que havia sonhado com a Deusa grega da vitória, “NIKÉ” (pronuncia-se niqué). Diziam os gregos que a Deusa podia voar e correr em grandes velocidades. E nada mais apropriado para a nova marca que surgia.







A primeira aparição oficial da marca em eventos esportivos foi em 1972, nas classificatórias olímpicas realizadas no Oregon. Os atletas da maratona que usaram tênis NIKE classificaram-se entre o 4º e o 7º lugar, enquanto os atletas da Adidas conquistaram os primeiros três lugares. Foi neste mesmo ano que o Canadá se tornou o primeiro país estrangeiro a receber os produtos da marca. Neste período Bowerman melhorou o material das solas, utilizando borracha mais flexível, mais elástica e menos compacta. Em 1976, nas eliminatórias olímpicas americanas, os tênis NIKE eram vistos em abundância nos pés de jovens promessas do atletismo.













Sua verdadeira expansão internacional começou em 1978 com a entrada no mercado sul-americano e distribuição dos produtos no continente europeu. Pouco depois, em 1982, ingressou no mercado europeu de futebol ao firmar contrato de patrocínio com o time francês do Paris Saint-Germain. Nesta época a empresa já possuía uma linha de tênis com mais de 200 modelos. Depois de passar por um período difícil entre 1993 e 1994 devido a um plano de expansão, o que levou a uma forte queda nas vendas, re-posicionou-se: “decidimos que éramos uma empresa de artigos esportivos e não apenas uma empresa de calçados”, afirmou Phil Knight. Além disso, a NIKE resolveu entrar para valer na briga direta pelo mercado de futebol. A nova visão traduziu-se em contratos de publicidade e patrocínios que tinham como objetivo alcançar uma audiência esportiva mais ampla, patrocinando assim atletas individuais, como o jogador de golfe Tiger Woods. Em 2003, comprou a fabricante do tênis All Star, a Converse, por US$ 305 milhões. A compra da marca All Star iria ajudar a ocupar um espaço que a marca ainda não conseguiu se fixar: tênis de preço mais acessível.











A campanha Joga Bonito, lançada em 2006, foi um sucesso mundial para a NIKE. Nela, o ex-jogador francês Eric Cantona, frustrado com os aspectos negativos do futebol, cria uma emissora para transmitir seu próprio manifesto defendendo os atributos que podem salvar o esporte que ele ama: honra, garra, habilidade, alegria e espírito de equipe. Para tanto, ele contou com a ajuda de craques como os brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno, o francês Thierry Henry e o inglês Wayne Rooney. O sucesso da campanha foi refletido em números: a marca vendeu mais de 2.4 milhões de uniformes e aproximadamente 23 milhões de pares de chuteiras em todo o mundo, consolidando assim uma posição de liderança, ao lado da rival Adidas, no mercado de futebol. Em 2007 surpreendeu o mundo ao adquirir por US$ 582 milhões a tradicional britânica UMBRO, marca com uma sólida herança e com uma profunda experiência no esporte mais popular do mundo e no maior mercado de futebol do mundo, acirrando ainda mais a guerra com a rival Adidas. Atualmente a NIKE trabalha com duas grandes categorias de produtos: Performance e Sports Culture (produtos para uso casual inspirados no esporte).









A linha do tempo



1972



Introdução de sua primeira linha de calçados, entre eles o conhecido “Moon Shoe”, com seu solado baseado em “waffles”, distribuídos largamente em competições eliminatórios de atletismo.



NIKE BLAZER MID, tênis inspirado em um modelo utilizado pelo jogador de basquete George "Iceman" Gervin do San Antonio Spurs durante a década de 70.



1975



NIKE ELITE, tênis de corrida que rapidamente se tornou um dos mais estrondosos sucessos da marca.



1978



NIKE WALLY WAFFLE, BURT BRUIN e ROBBIE ROAD RACER, primeira linha da marca voltada para o público infantil.



1979



NIKE TAILWIND, primeiro tênis com bolsas de ar no solado.



NIKE AAPPAREL, a linha de acessórios, vestuário e equipamentos da marca.



1982



NIKE AIR FORCE I, primeiro tênis de basquete a utilizar a tecnologia Air e NIKE AIR ACE, voltado para a prática do tênis.



1985



AIR JORDAN, uma linha de produtos com a assinatura do jogador de basquete Michael Jordan.



A empresa passa a produzir acessórios para o basquete e tênis.



1987



NIKE AIR e AIR CROSS TRAINING, este último voltado para a prática da ginástica aeróbica.



1988



NIKE Air Stab, um tênis que utilizava a nova tecnologia de estabilização chamada Footbridge.



1990



Inauguração de sua primeira mega loja temática, conhecida como Niketown, no centro da cidade de Portland.



NIKE AIR MAX, uma evolução do tradicional tênis NIKE Air.



1991



Linha de acessórios FIT, uma malha têxtil de alta tecnologia.



NIKE AIR HUARACHE, tênis que utilizava a tecnologia Huarache Fit.



NIKE AIR MAX 180, tendo como principal característica a visibilidade de toda a bolsa de ar na parte traseira do tênis.



1994



NIKE AIR DESCHUTZ, uma sandália que se tornou um dos produtos mais vendidos da marca.



1995



NIKE ZOOM AIR, sistema de amortecimento de baixo perfil que oferecia proteção contra impactos.



1996



NIKE EYEWEAR, uma linha de óculos modernos e arrojados.



1997



NIKE TIMEWEAR, primeiro relógio especificamente desenvolvido para atletas. Com o passar dos anos inúmeros modelos foram introduzidos no mercado.



1998



NIKE MERCURIAL, chuteira mais leve do mundo, proporcionando mais aderência e conseqüentemente maior velocidade e precisão no chute.



NIKE AIR ZOOM M9, primeira chuteira feminina assinada pela jogadora americana de futebol Mia Ham.



NIKE GOLF BALLS (bolas de golfe) são introduzidas.



1999



NIKEID.com, um website disponibilizando vários modelos de tênis, malas e relógios com inúmeras opções de personalização, permitindo ao cliente adaptar o modelo com suas próprias especificações, escolhendo as cores e o estilo que expressavam sua identidade. Just do it – yourself, era a mensagem da NIKE para os clientes que procuravam produtos personalizados.



2000



NIKE AIR PRESTO, um revolucionário tênis de corrida, lançado em seis tamanhos diferentes e várias cores.



2001



Tecnologia SHOX, um sistema extremamente moderno utilizando colunas em forma de molas nos solados de seus tênis.



NIKE GODDESS, uma loja totalmente voltada para o público feminino, que inaugurou sua primeira unidade na cidade californiana de Newport Beach. Em 2004, a rede de lojas foi renomeada passando a chamar NIKEWOMEN.



2002



NIKE COOL MOTION, uma tecnologia inovadora, aplicada em roupas, baseada no conceito de duas camadas. A camisa e o calção apresentam dois tecidos, um que fica em contato com a pele e tem a tecnologia DRI-FIT, e um externo, impermeável, com elasticidade e recortes em mesh (tecido com orifícios), que maximizam a regulagem térmica através do movimento do jogador.



2004



NIKE TOTAL 90, uma linha de bolas, chuteiras e roupas voltadas para o futebol.



2005



NIKE HERITAGE, uma linha de calçado, vestuário e equipamento que expressava a identidade da marca ao longo de sua história.



NIKE FREE, tênis que permitia total sensibilidade e flexibilidade em alta performance.



NIKE MAXSIGHT, lentes de contato coloridas anti-reflexo para utilização em vários esportes.



2006



NIKE AIR MAX 360, um tênis revolucionário que não possuía entressola, apenas ar.



NIKE+ iPod SPORT KIT, um sistema sem fios que permite que o tênis NIKE+ comunique-se com o iPod Nano, fornecendo dados sobre a corrida do atleta.



2007



Nike AIR NATIVE N7, um tênis desenhado especificamente para os índios americanos, atendendo os requisitos de forma e largura dos pés dos nativos, com design inspirado em sua cultura. Para desenvolver o primeiro tênis para uma etnia ou raça específica, foram realizadas pesquisas com 200 índios de 70 tribos norte-americanas antes do lançamento do produto.



2008



NIKE ZOOM VICTORY, tênis de corrida mais leve do mundo, pesando apenas 93 gramas, possui pinos no solado, corpo feito de náilon plastificado e sustentado por dezenas de fios de carbono. O tênis é 27 gramas mais leve que seu antecessor (sapatilha GOLDEN) que ajudou o americano Michael Johnson a ganhar medalhas de ouro nas provas de 200 e 400 metros nas Olimpíadas de Atlanta em 1996.







Nike Air: A lenda



Em toda empresa sempre existe um produto que marca literalmente sua história. Revolucionário, pioneiro e campeão de vendas. Na NIKE não foi diferente. Ela não seria o que é hoje se não fosse o NIKE AIR. Esta tecnologia revolucionária e exclusiva de amortecimento começou a ser desenvolvida em 1978, oferecendo excelente amortecimento e maior leveza aos atletas. A bolsa de ar era embutida na entressola do tênis, oferecendo uma solução durável, leve e versátil. Como a bolsa de ar não era visível, sua existência era indicada pela palavra AIR. Este sistema foi desenvolvido por Frank Rudy, um ex-engenheiro da NASA. Após aperfeiçoamentos necessários, em 1979 foi lançado o NIKE Tailwind. Essa tecnologia não parou de ser desenvolvida, até que em 1987 surgia o NIKE AIR pelas mãos do ex-atleta Tink Hatfield que projetou o modelo que revolucionaria o mercado. A força bruta e repetitiva do esporte poderia ocasionar sérios danos ao corpo e ao desempenho do atleta. Para absorver e dispersar a força destes impactos, a NIKE desenvolveu bolsas de grande volume, compostas por câmaras de ar. A bolsa de ar, agora visível, facilitava a identificação do produto.









Em 1990, com pequenas modificações e variedades de modelos, foi introduzido o NIKE Air Max ’90. Seu sucessor, o NIKE Air Max 180, foi lançado mundialmente no mercado em 1991, e tinha como principal característica a visibilidade de toda a bolsa de ar na parte traseira. Dois anos depois, uma nova tecnologia chamada Blow Molding, onde as bolsas de ar, com o dobro de densidade, envolviam a parte do calcanhar, absorvendo o impacto na planta do pé, foi introduzida no NIKE Air Max ’93. No modelo NIKE Air Max ’95, a novidade era: as bolsas de ar moviam-se para a parte dianteira do pé. Com neon na parte da frente, o tênis recoberto com nubook em um degrade que ia do cinza claro ao cinza escuro e sola preta, era um modelo sem precedentes no mercado. A primeira sola com bolsas de ar em toda sua extensão que permitiam literalmente caminhar sobre o ar, foi introduzida no modelo NIKE Air Max ’97 com sua famosa cor prateada. Em 2003 foi a vez do NIKE Air Max ’03 ser introduzido no mercado. Quando todos já achavam que havia acabado as evoluções deste modelo, a NIKE surpreendeu e lançou, em 2006, um modelo revolucionário chamado Air Max 360. Sem entressola, apenas ar! É o mais leve da história deste modelo.









Uma experiência única



As lojas hoje em dia devem tornar-se algo mais do que apenas um simples lugar para compras. Devem ser um ambiente que ofereça um mundo de experiências multissensoriais, destinadas a criar um vínculo emocional com o consumidor. Pensando nisso, a NIKETOWN foi desenvolvida e criada em 1990 na cidade de Portland. A música é vibrante e tudo está relacionado ao “estilo de vida NIKE”, que faz dos esportes e seus astros o seu principal apelo. Os andares estão divididos pela finalidade de uso dos produtos - basquete, beisebol, corrida, futebol, etc. - e cada espaço tem atletas que o simbolizam. Michael Jordan e seus parceiros estão enormes nas fotos, em seus melhores momentos. A maioria dos espaços tem sons e vídeos relacionados ao esporte, criando um ambiente único. O sucesso da loja foi tamanho, que a NIKE resolveu inaugurar outras unidades em cidades como Chicago (1992), Atlanta (1993), Costa Mesa (1994), Seattle (1996) e Nova York (1996). Esta última é a Flagship (loja âncora) da marca localizada em Manhattan. O projeto e a execução consumiram 4 anos de trabalho. O prédio encontrado propiciava a transformação almejada: queriam que a loja parecesse os antigos grandes ginásios urbanos encontrados nas metrópoles americanas. A fachada é exatamente isto. Depois vieram as unidades de Boston (1997), Honolulu (1997), Denver (1999), Miami (1998), Londres (1999), tornando-se a primeira loja internacional da marca, seguida pela de Berlin e finalmente Paris (2003), no luxuoso endereço da Champs d’Elysees.







A NIKE inaugurou, no dia 13 de novembro de 2008, sua primeira loja própria no Brasil, e um dos pontos altos do espaço, localizado na Praça dos Omaguás, em Pinheiros (São Paulo), é o projeto arquitetônico, que teve como inspiração a estética dos antigos ginásios esportivos e a cultura urbana. Desenvolvida pelas equipes de arquitetura e marketing da Nike e a LAB, escritório dos arquitetos Marino Barros e Rodrigo Leopoldi, a loja conta com mais de 230 m2 de área. Uma das preocupações dos profissionais foi reforçar o contato com o território urbano, sendo o chão quase uma extensão natural da rua. A loja venderá, com exclusividade, alguns modelos específicos dos ícones da marca, a maioria itens de colecionador. Alguns deles são as edições especiais do tênis Dunk e Cortez, além de camisetas, moletons e windrunners.











A sede



A sede mundial da NIKE, conhecida como World’s Headquarters (WHQ), está localizada em Beaverton, uma pequena cidade localizada no estado de Oregon, no Condado de Washington. As suas instalações verdejantes, perto de Portland, refletem a sua obsessão pelo esporte. O complexo é formado por 16 enormes prédios que mais parecem uma universidade. Em nenhum outro lugar isso se torna mais evidente do que no edifício de design de calçados, conhecido como Nike Sports Research Lab (NSRL), cuja atmosfera lembra muito o ambiente estudantil. O edifício é impressionante: há campos para a prática esportiva e ambientes climatizados controlados por computador. Esses laboratórios climatizados permitem que os engenheiros testem os produtos em atletas simulando as mais variadas condições climáticas, controlando temperatura e umidade. Cada prédio tem o nome de um atleta, que foi ou é, essencial para o crescimento da empresa. John McEnroe, Steve Prefontaine e Michael Jordan são homenageados em cada prédio. Suas imagens enormes estão estampadas nas paredes externas em momentos gloriosos. Os funcionários (mais de 5 mil trabalham lá) são pessoas ativas que tiram vantagem da enorme estrutura esportiva que o complexo possui. Uma vida saudável é a palavra de ordem aqui. Pistas de cooper, campos de futebol, quadras de tênis, piscinas cobertas e climatizadas e duas enormes e modernas academias batizadas com nome do ciclista Lance Armstrong e do jogador de futebol americano Bo Jackson, dois importantes atletas que foram patrocinados pela empresa. Sem contar os instrutores e um completo programa de treinamento a disposição. O complexo conta ainda com restaurantes, uma mega-loja para funcionários (Beaverton Employee Store) e paisagens naturais belíssimas. Anexa ao complexo está localizada a Air Factory, fábrica onde são produzidos e testados os modelos NIKE AIR. Em uma visita guiada é possível acompanhar todas as etapas e as tecnologias utilizadas na produção do modelo mais famoso da empresa.







Campanhas que fizeram história



A história da NIKE com a propaganda é recheada de momentos marcantes. Começou em 1977 com um de seus primeiros slogans que dizia: There is no finish line. A sorte da marca começou a mudar em 1982, quando a agência Wieden & Kennedy foi fundada em Portland. Segundo muitos, foi criada justamente para atender a conta publicitária da NIKE que se tornaria seu cliente mais fiel e conhecido. E a primeira grande campanha foi um verdadeiro sucesso. Chegou em 1988 com o famoso slogan JUST DO IT. Muito mais que um simples slogan, esse conceito transformou-se em uma espécie de declaração universal dos objetivos de todo atleta, em qualquer parte do mundo. A idéia de que, diante do esforço, não há fronteiras, é a expressão moderna dos ideais gregos, que praticavam o esporte como busca da perfeição e do belo. Porém, o melhor ainda estava por vir. Em 1989, a campanha estrelada pelo astro Bo Jackson, um atleta versátil, jogador de futebol americano e baseball profissional, introduziu no mercado um dos slogans mais famosos da publicidade americana: BO KNOWS.





A controvérsia sempre esteve presente em suas campanhas publicitárias. E uma das que mais causou discórdia foi a campanha para as Olimpíadas de Atlanta em 1996. O slogan You Don’t Win Silver — You Lose Gold, ia contra todo o ideal olímpico de confraternização, onde o importante é competir. As críticas surgiram de todos os lados, inclusive dos atletas que conquistaram medalhas de Prata e Bronze. A NIKE não deu bola e seguiu em frente. A marca foi eleita anunciante do ano em 1994 e 2003.











Uma campanha de US$ 100 milhões



Em março de 2002, vésperas da Copa do Mundo de Futebol, a NIKE iniciou uma campanha mundial de marketing estimada em US$ 100 milhões, criada em torno do que chamou de “Secret Tournament”. A fase “provocativa” da campanha começou em março com propagandas que não mostravam mais do que um par de chuteiras de futebol e um escorpião, um símbolo do “estilo rápido e mortal de jogo” com o qual a NIKE queria ser identificada. Para os curiosos, havia uma referência ao endereço eletrônico nikefootball.com, onde os visitantes poderiam jogar videogames e aprender mais sobre o torneio em 12 idiomas. A fase de “excitação” do torneio começou em abril, com uma série de comerciais retratando um ambiente sombrio e agressivo que evocava a Austrália pós-apocalíptica do filme Mad Max e a alienação do Clube da Luta. Clique no ícone abaixo para assistir ao comercial.







Oito equipes de três jogadores, compostas pelas principais estrelas do futebol mundial como Ronaldinho Gaúcho, Thierry Henry, Francesco Totti, Roberto Carlos, Hidetoshi Nakata, Edgard Davids, Luis Figo, Javier Saviola, Lilian Thuram, Ronaldo, Denílson, Hernan Crespo e até o aposentado francês Eric Cantona, no papel de mediador, disputavam um torneio de partidas do tipo morte-súbita em um pequeno campo dentro de uma jaula de aço em um barco.











Por fim a fase de “envolvimento” da campanha foi lançada em junho, quando a marca instituiu campos na Cidade do México, Tóquio, Roma e em 10 outras cidades para realizar torneios para jogadores iniciantes. Quase dois milhões de jogadores participaram. Na época da Copa do Mundo de 2002, realizada em junho, a NIKE fez sentir sua presença no mundo do futebol. Oito dos 32 participantes usaram uniformes da marca, inclusive o Brasil, que venceu a competição pela quinta vez. No jogo final, Ronaldo fez dois gols usando um par de chuteiras cromadas Nike Mercurial Vapors. Foi justamente esta Copa do Mundo que mudou a história da marca. Pela primeira vez as vendas internacionais superaram as receitas americanas. Em 2003 os calçados para futebol tiveram crescimento nas vendas de 46%. O futebol deu a Ásia à NIKE. A empresa, que já havia somado pontos importantes no continente com as roupas, tênis e acessórios para beisebol e basquete, conquistou de vez japoneses, chineses e coreanos com a febre da bola que tomou conta da região neste início de século.






O marketing esportivo



Por ano a NIKE desembolsa US$ 1.6 bilhões, que corresponde a 10% de seu faturamento anual, em publicidade e contratação de atletas renomados como garotos-propaganda. A história começou com a tenista romena Emma Ballard, primeira atleta a firmar contrato para utilização dos tênis NIKE em 1972. A outra parte da história teve início com o corredor de longa distância americano Steve Prefontaine, patrocinado pela empresa em 1973 e conhecido não apenas por ter batido todos os recordes americanos entre os 2.000 e 10.000 metros na década de 70, mas também por sua determinação e beleza. Steve morreu tragicamente aos 24 anos em um acidente de automóvel, pouco antes das Olimpíadas de 1976, em Montreal, no Canadá. Sua história virou filme, e a NIKE seguiu em frente. Outros atletas assinaram contratos com a empresa como o controverso tenista John McEnroe (1978); o corredor Carl Lewis (1980), o jogador de basquete da Universidade da Carolina do Norte chamado Michael Jordan (1985), que viria se tornar seu mais conhecido garoto-propaganda; o tenista André Agassi (1988); o jogador Ronaldo (1994); o golfista, até então amador, Tiger Woods (1996), que hoje possui um contrato de 5 anos no valor de US$ 100 milhões; o jogador Ronaldinho Gaúcho (1998); o astro do basquete LeBron James (2003); entre muitos outros. Esse time de astros é muito mais que apenas atletas patrocinados. São colaboradores. Eles testam os produtos e sugerem inovações.









Nas Olimpíadas de Atlanta em 1996, o velocista Michael Johnson usou uma criação sua, o Gold Shoe, uma sapatilha dourada (mais leve calçado esportivo já projetado). Tornou-se, aos 29 anos, o único homem até então a vencer as provas de 200 e 400 metros rasos na mesma Olimpíada. Outro exemplo é a chuteira Mercurial, criada a partir de informações do jogador Ronaldo e testada por ele até a versão final. O mesmo ocorreu com a chuteira Tiempo, usada por Ronaldinho Gaúcho.













Um esporte em especial foi essencial para o crescimento da marca, o futebol, considerado o esporte número um do mundo. Em 1994, a marca possuía apenas 2% do mercado de equipamentos para futebol. Para derrotar a marca líder do mercado, a Adidas, se concentrou em jogadores de futebol jovens e talentosos. Para atingir esses atletas, assinou contratos de propaganda com astros da Argentina, Grã-Bretanha, Brasil, Portugal, México, China e Japão. Também procurou jogadores que expressassem e incorporassem um estilo de futebol mais rápido e centrado no ataque “em contraste com o estilo defensivo e metódico conhecido como futebol alemão”, uma clara provocação a sua rival germânica. Ao associar sua imagem à de estrelas de diferentes esportes, a empresa quer comunicar que todos nós podemos ser atletas, desenvolver aquele espírito competitivo retratado em suas campanhas publicitárias e, quem sabe, chegar lá um dia.













Atualmente o time de craques da NIKE é composto pelos jogadores brasileiros Adriano, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Robinho, Diego, Júlio Batista, Alexandre Pato, Dagoberto, Lucas e Thiago Silva; os portugueses Luis Figo e Cristiano Ronaldo; os ingleses Wayne Rooney e Rio Ferdinand; os argentinos Carlito Tévez e Javier Mascherano; os italianos Andréa Prilo, Fabio Cannavaro, Gennaro Gattuso e Gianluca Zambrotta; os espanhóis Carles Puyol e Fernando Torres; o alemão Miroslav Klose; o sueco Zlatan Ibrahimovic; o marfinês Didier Drogba; os franceses Claude Makelele e Frank Ribery; o mexicano Rafael Márquez; o chileno Jorge Valdivia; e o holandês Ruud van Nilsterooy. Clubes e seleções também são alvo da NIKE. Atualmente a empresa gasta milhões de dólares para fornecer materiais esportivos para as seleções nacionais como da França (US$ 62.8 milhões/ano), Brasil (US$ 12 milhões/ano), Estados Unidos, Holanda, Portugal, Rússia, Turquia, Croácia, Coréia do Sul, além de times como Barcelona (US$ 44 milhões/ano), Manchester United (US$ 44 milhões/ano), Arsenal (US$ 25 milhões/ano), Porto (US$ 16.4 milhões/ano), Juventus (US$ 16 milhões/ano), Internazionale, Valencia, Atlético de Madrid, Borussia Dortmund, Boca Juniors, PSG, Celtic, Corinthians e Flamengo.









A evolução visual



A NIKE é o sonho de toda a marca, o branding em seu estado puro. Seu logotipo sofreu grandes alterações no decorrer dos tempos. E não é que o conhecido Swoosh se tornou um dos símbolos mais conhecidos e respeitado do planeta. Parece fácil falarmos isso agora. Mas imaginem que em 1971 a estudante de design gráfico, Carolyn Davidson, criou o que viria a se tornar um dos símbolos mais famosos do mundo. Ousaram, investiram e principalmente apostaram na verdadeira essência da propaganda para que o logotipo pudesse dispensar o nome da marca. O resultado todo mundo pode ver hoje, uma das marcas com maiores índices de respeitabilidade e relação emocional com o consumidor.











O gênio por trás da marca



O cidadão Philip Hampson Knight nasceu no dia 24 de fevereiro de 1938 em Oregon. Era apenas um corredor esforçado, que pertenceu à equipa de atletismo da Universidade de Oregon e que teve como treinador Bill Bowerman. No final do seu MBA, em Stanford, apresentou um relatório de pesquisa baseado na teoria de que os japoneses poderiam fazer no calçado desportivo o mesmo que faziam com as câmaras de vídeo: transformá-lo num produto barato e de qualidade. Era o embrião do que seria a NIKE. Ele tinha um sonho. Ele venderia tênis. Ele venderia sonhos. Ele ficaria rico. O resto da história é uma saga envolta em um ideal de vitória. Em 25 de maio de 2004 sofreu seu mais duro golpe quando seu filho, Matthew Hatfield Knight, morreu enquanto praticava mergulho no lago Ilopango, 14 km a oeste de San Salvador. O fundador da NIKE, trigésimo homem mais rico dos Estados Unidos, com fortuna avaliada em US$ 9.8 bilhões, tem como principais hobbys a história asiática, o golfe, o cooper e o tênis. Sua paixão pela empresa é tamanha que tem o logotipo da NIKE tatuado em seu tornozelo.




Dados corporativos



● Origem: Estados Unidos



● Fundação: 1972



● Fundador: Phill Knight e Bill Bowerman



● Sede mundial: Beaverton, Oregon



● Proprietário da marca: Nike Inc.



● Capital aberto: Sim (1980)



● Chairman: Phill Knight



● Presidente & CEO: Mark Parker



● Faturamento: US$ 18.62 bilhões (2008)



● Lucro: US$ 1.88 bilhões (2008)



● Valor de mercado: US$ 28.5 bilhões (setembro/2009)



● Valor da marca: US$ 13.179 bilhões (2009)



● Lojas: 486 (Niketown, Nike Women e Nike Factory Outlets)



● Fábricas: + 700 (empregando indiretamente 650 mil pessoas)



● Presença global: 200 países



● Presença no Brasil: Sim



● Maiores mercados: Estados Unidos e Japão



● Funcionários: 30.200



● Segmento: Vestuário esportivo



● Principais produtos: Calçados esportivos, relógios, óculos, roupas e acessórios



● Outros negócios: Converse All-Star, Umbro, Bauer, Hurley e Cole Haan



● Ícones: Swoosh, Michael Jordan, Nike Air, Phill Knight, o slogan “Just Do It”



● Slogan: Just do it.



● Website: http://www.nike.com/



O valor



Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca NIKE está avaliada em US$ 13.179 bilhões, ocupando a posição de número 26 no ranking das marcas mais valiosas do mundo, além de ocupar a posição de número 18 no ranking das marca mais influentes do mundo. A empresa também ocupa a posição de número 136 no ranking da revista FORTUNE 500 (empresas de maior faturamento no mercado americano).



A marca no mundo



A empresa tem cerca de 30.000 funcionários no mundo (e mais de 650.000 trabalhadores indiretos que estão empregados nas fábricas contratadas), operando 200 outlets próprios (Nike Factory Outlets), além de aproximadamente 250 lojas Niketown e NikeWomen, tendo seus produtos vendidos em mais de 180 países. Os produtos direcionados ao público feminino atualmente geram um faturamento de quase US$ 3 bilhões, 20% das vendas totais da marca. Os 250 milhões de pares de tênis vendidos por ano garantem um faturamento de US$ 18.6 bilhões.



Você sabia?



A NIKE, líder mundial em vendas de material esportivo, só é a número 2 do mercado na Europa perdendo apenas para a Adidas em países como França, Espanha e Alemanha e na Inglaterra onde a marca Umbro, agora de sua propriedade, é líder de mercado.

Fonte: Mundo das Marcas

iWally