domingo, 16 de agosto de 2009

A Gripe Suína merece tanto medo?

Até que ponto vale desistir de uma vida normal por causa de uma doença? talvez a Gripe Suína não seja tão grande quanto nós imaginamos, agora ela começa a regredir no Paraná e em menos de 2 anos ela estará estabilizada. Mas há outras coisas que não recebem atenção da mídia, como essa postagem de Luiz Fernando, da Comunidade do Orkut "Ando de ônibus em Curitiba", no tópico "Ônibus e a Nova Gripe!":

2000 pessoas contraem a gripe suína e todo mundo já quer usar máscara.

25 milhões de pessoas têm AIDS e ninguém quer usar preservativo...

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária, que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarréia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centavos.

Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflu vendeu milhões de doses aos países asiáticos. Ainda que o Tamiflu seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população. Com a gripe das aves, a Roche e a GSK, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

Primeiramente, devo dizer que não expresso nenhuma opinião sobre o texto acima em cinza, mas devo fazer uma ressalva de que a maioria das pessoas com AIDS são da África, onde morrem pessoas desidratadas com diarréia porque não conseguem fazer soro com água,sal e açúcar. Já as mortes da Malária ocorrem em habitantes da floresta, já que dormem em camas no meio da mata. Já sobre as mortes da gripe normal ela pode ser explicada da maneira que são mais comuns e que todo mundo já pegou pelo menos uma vez na vida, e que as mortes são de crianças e idosos que tem complicações e pneumonias.

Mas, assim mesmo, deixo para meus leitores que tirem suas conclusões.

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